Representantes de prefeituras municipais do Paraná que integram o R20 estiveram reunidos nesta terça-feira (29) no Campus da Indústria, unidade da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) do Jardim Botânico, em Curitiba, para discutir sobre a destinação de resíduos sólidos. O grupo é composto por 86 municípios responsáveis por mais de 90% do lixo gerado no estado. O Sistema Fiep apresentou ao grupo algumas ações desenvolvidas – por meio de seus conselhos setoriais, gerência de Fomento e Desenvolvimento e Senai – para dar subsídios a planos de logística reversa, previstos pela legislação.
Durante todo o dia, os integrantes do R20 conheceram cases de logística reversa de diferentes setores produtivos, como embalagens, pneus e lâmpadas. O vice-presidente da Fiep, Rommel Barion, destacou os avanços na destinação de resíduos sólidos no Paraná. “É preciso trabalhar em conjunto para conseguirmos bons resultados. E é isso que temos feito neste estado, com a união dos setores público e produtivo”, avaliou.
O secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Luiz Eduardo Cheida, lembrou a missão de cada município, em apresentar soluções para o gerenciamento de descartes até agosto de 2014. “A nova legislação estabelece que as prefeituras que não acabarem com os lixões a céu aberto responderão por crime ambiental. É preciso entender que os resíduos sólidos têm seu valor social, cultural e – o que muitos ainda não perceberam – econômico”, ressaltou.
A Fiep apresentou sua estratégia de construção de planos de logística reversa para os segmentos industriais, que tem como ponto de partida pesquisas desenvolvidas pela Gerência de Fomento e Desenvolvimento. O Senai também apresentou seu trabalho de consultoria para empresas em busca de estratégias para o gerenciamento de descartes.
A Termoplast, a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal e Cosméticos (Abihpec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla) apresentaram para as prefeituras propostas de parceria. A Termoplast, de Arapongas, utiliza descartes de isopor em seu processo produtivo. A partir do reaproveitamento do poliestireno expandido, a indústria produz sancas e rodapés, que podem substituir os tradicionais. As prefeituras foram convidadas a participar do processo produtivo, recolhendo e organizando este tipo de descarte em suas cidades.
O coordenador de resíduos sólidos da secretaria de estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Laerty Dudas, pediu urgência na construção de planos de ação. “Há muitos bons exemplos. Precisamos aproveitar estas soluções apresentadas em nossos encontros e partir para a ação”, pediu.
Dos 399 municípios do Paraná, 214 ainda dispõem inadequadamente os resíduos gerados.
Fonte: FIEP
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