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Londrina é referência em qualidade na área de TI

Indústrias da cidade desenvolvem produtos inovadores, ganhando novos mercados e tornando-se mais competitivas; setor contribui com o crescimento da economia local e recebe apoio do CODEL

clique para ampliarclique para ampliarSócios da Oniria já receberam diversos prêmios, entre eles o MPE Brasil (Foto: Divulgação / Oniria)

No cenário brasileiro, o Paraná se destaca na produção de softwares e está apenas atrás de São Paulo no número de indústrias que receberam a certificação MPS-BR, que garante a qualidade dos produtos. Das 38 certificações paranaenses, 19 delas foram conquistadas por indústrias que fazem parte do Arranjo Produtivo Local (APL) de Tecnologia da Informação de Londrina e Região, o que comprova o potencial na fabricação de produtos de alto valor agregado.

Além disso, várias indústrias da cidade produzem softwares e aplicativos inovadores. Uma delas é a Oniria, que atua com foco em soluções para treinamentos corporativos e engajamento com simuladores virtuais e gamificação. Um simulador virtual aborda o realismo para criar um ambiente de treinamento ideal, já a gamificação usa estratégias iguais as dos games para engajar as pessoas no treinamento e no trabalho.

Graças ao seu bom desempenho, a Oniria já foi reconhecida pela Petrobras com o troféu de 2º lugar no “Prêmio Petrobras Melhores Fornecedores de Serviços”. Um dos produtos desenvolvidos para a petrolífera foi um simulador de guindaste offshore para treinamento de operadores. “As variáveis para a simulação do equipamento eram tão grandes que o próprio cliente afirmou que depois que terminássemos tal simulador seríamos capazes de fazer qualquer outro”, relata Nícholas Haydu, sócio da Oniria.

Em 2013, a Oniria conquistou a Imagine Cup, competição de tecnologia da Microsoft, com a criação do simulador "InsuOnline". A ferramenta será utilizada pelos médicos para prescrever insulina e melhorar o controle de pacientes diabéticos. O game foi vencedor na categoria Cidadania Mundial e, durante a cerimônia de premiação, o projeto foi o escolhido, entre os três finalistas, para representar o Brasil na etapa mundial da competição, que aconteceu no ano passado, na Rússia. O “InsuOnline” será lançado no mercado em 2015.

Na opinião de Haydu e Rodrigo Martins de Souza, também sócio da Oniria, o reconhecimento mais importante é o “Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas - MPE Brasil 2012”, realizado em parceria pelo Sebrae, Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Gerdau. O prêmio teve mais de 90 mil inscritos. Entre os 127 finalistas de todo o Brasil, a Oniria sagrou-se campeã na categoria “Destaque Inovação” e foi reconhecida como a pequena empresa mais inovadora do Brasil.

Haydu explica que o MPE Brasil estimulou a implementação do “Modelo de Excelência em Gestão” (MEG) na corporação, que aborda os nove critérios de qualidade da FNQ. “Implantamos o MEG na cultura da nossa empresa e o prêmio é o reconhecimento do nosso trabalho”, acrescenta.

Apoio

Segundo o presidente do APL de TI de Londrina e Região, Gabriel Henríquez, uma das características que favorecem o desenvolvimento do mercado de softwares na região norte é o porte das empresas. “Grande parte são microempresas e o fato de serem pequenas contribui para a identificação de oportunidades de negócios”, diz. Para ele, a vantagem das indústrias de pequeno porte é a facilidade para mudar a configuração do negócio sem esbarrar em burocracias, como acontece nas grandes corporações.

Por ser uma das áreas que contribui com o desenvolvimento econômico de Londrina, a indústria de TI conta com o apoio do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel). Segundo Bruno Veronese, presidente do órgão, os números impressionam. “É um serviço de alto valor agregado e que não precisa de rodovias ou portos e não polui. Tudo o que é necessário nós já temos por aqui. É preciso uma ‘infovia’ para transmitir os dados e para isto temos a Sercomtel. É preciso mão de obra especializada e teremos aqui o primeiro Instituto Senai de Tecnologia do Brasil. A prefeitura não pode ficar alheia a esse processo. Temos que criar modos de aprimorar, de sermos parceiros desse processo”, afirma.

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