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Desenvolvimento e aplicação de estratégias para a resistência genética às ferrugens da triticultura no Brasil.

Publicado em 05/05/2015

Atualmente existe uma potencial instabilidade da estratégia global para a produção de grãos, onde apenas três culturas são responsáveis por uma proporção tão alta do suprimento mundial de alimentos. A ocorrência de doenças em níveis epidêmicos nas culturas do trigo, arroz e milho representam um fator de risco para a segurança alimentar mundial. A ferrugem da folha, causada por Puccinia triticina, é a mais severa e prevalecente doença da cultura do trigo, tanto no Brasil quanto em outras regiões onde o cereal é cultivado.

clique para ampliarclique para ampliarTrigo com sintomas de doença (Foto: Foto: SANTANA, Flávio Martins)

A ocorrência de epidemias de ferrugem da folha na região do Cone Sul da América do Sul é um dos principais fatores que afetam a produtividade e a competitividade da cultura, pois, em cultivares suscetíveis, a doença pode causar uma redução no rendimento de grãos superior a 50% e requer gastos com fungicidas para seu controle, aumentando assim os custos de produção. Além da ferrugem da folha, a cultura do trigo também é atacada pela ferrugem do colmo, causada por Puccinia graminis f. sp. tritici, outra doença de grande poder destrutivo. No atual cenário da triticultura brasileira e mundial, a resistência genética figura como a melhor opção para o controle das ferrugens do trigo, especialmente nas regiões produtoras dos países em desenvolvimento, onde o uso de fungicidas para sustentar os níveis de rendimento é prevalecente. As atividades do projeto tem como elementos-chave o monitoramento e caracterização de epidemias; o monitoramento e a caracterização da variabilidade dos patógenos; a caracterização, seleção e incorporação de resistência genética durável a esses patógenos e o avanço na fronteira do conhecimento sobre as interações genéticas nestas interações patógeno x hospedeiro.

Fonte: Embrapa

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