Blog

Observatórios

Acompanhe nas redes sociais:
  • Twitter
  • Facebook
  • Youtube

Cadastre-se

e receba nosso informativo

Bosch: produto único para mercados emergentes

Publicado em 10/06/2013

A Bosch do Brasil, junto com laboratórios da Índia, China e Rússia, desenvolveu um módulo para fornecimento de combustíveis única para vários mercados.

A Bosch do Brasil, junto com laboratórios da Índia, China e Rússia, desenvolveu um módulo para fornecimento de combustíveis fora do comum. O equipamento serve para todos os mercados dos países participantes do projeto. O caso foi apresentado na manhã desta quarta-feira (5/6) na XIII Conferência da Anpei, em Vitória (ES).


Montadoras de carros passam frequentemente por um pesadelo na hora de certificar os equipamentos de veículo em diferentes países. Cada mercado usa um tipo de equipamento, seja o a peça de encaixe da bomba de combustível, seja o adaptador para acomodá-la no carro. Percebendo a necessidade da criação de uma peça que fosse única para vários mercados, a Bosch mobilizou seus laboratórios no Brasil, na Índia, na China e na Rússia. O objetivo era criar uma peça com especificação única para o mundo todo.


Por ser o primeiro equipamento desenvolvido em escala global e com a participação de múltiplos laboratórios, a Bosch fez o orçamento das peças que precisaria com 48 fornecedores ao redor do mundo, para 22 componentes. “Conseguimos redução de aproximadamente 30% no custo do material que compramos”, explicou Bruno Domenico, representante brasileiro no projeto.


No total, a empresa esperava gastar 2 milhões de euros com pesquisa e desenvolvimento. “Gastamos apenas 1,5 milhão”, diz Domenico, enaltecendo a gestão da inovação em redes, da qual participaram equipes de diferentes países em todas as etapas de desenvolvimento. O projeto começou a ser desenvolvido em junho de 2010 e entrou para fase de produção dois anos mais tarde. No Brasil, já estão sendo produzidas 500 mil peças por ano.


Domenico explica que as patentes foram registradas por cada laboratório em seu respectivo país e depois eram encaminhadas para a Alemanha, onde fica a matriz da Bosch. “Cada um recebeu crédito pelo que inventou durante o processo”, disse.
Em projetos futuros, Domenico reflete que as equipes precisam discutir a questão financeira antecipadamente. “Quem vai pagar o quê? Quem vai receber o quê? Poderíamos ter resolvido isso com mais velocidade”, ponderou. O grupo também quer, no futuro, fazer mais reuniões presenciais. “Teremos um gasto maior, mas economiza-se tempo e chega-se a conclusões mais rapidamente.


Fonte: Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras

Deixe seu coment�rio

Site Seu blog ou p�gina pessoal


1. Os sites do Sistema Fiep incentivam a pr�tica do debate respons�vel. S�o abertos a todo tipo de opini�o. Mas n�o aceitam ofensas. Ser�o deletados coment�rios contendo insulto, difama��o ou manifesta��es de �dio e preconceito;
2. S�o um espa�o para troca de id�ias, e todo leitor deve se sentir � vontade para expressar a sua. N�o ser�o tolerados ataques pessoais, amea�as, exposi��o da privacidade alheia, persegui��es (cyber-bullying) e qualquer outro tipo de constrangimento;
3. Incentivamos o leitor a tomar responsabilidade pelo teor de seus coment�rios e pelo impacto por ele causado; informa��es equivocadas devem ser corrigidas, e mal entendidos, desfeitos;
4. Defendemos discuss�es transparentes, mas os sites do Sistema Fiep n�o se disp�em a servir de plataforma de propaganda ou proselitismo, de qualquer natureza. e
5. Dos leitores, n�o se cobra que concordem, mas que respeitem e admitam diverg�ncias, que acreditamos pr�prias de qualquer debate de id�ias.

 Aceito receber comunica��o da Fiep e seus parceiros por e-mail
 
Av. Comendador Franco, 1341 - Jardim Botânico - 80215-090
Fone: 41 3271 7900
Fax: 41 3271 7647
observatorios@fiepr.org.br
  • Twitter
  • Facebook
  • Youtube