24/05/2018

Dikaion realiza evento sobre Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Atividade aconteceu no dia 18 de maio, em Piraquara
clique para ampliarPalestras fizeram parte da programação (Foto: Divulgação - Dikaion)

Para conscientizar a população no dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a Associação Beneficente Dikaion lançou o convite a todas as escolas, Ongs, Pais/responsáveis, Pastoral da Criança, Instituições religiosas e a Rede de proteção da criança e adolescente do município de Piraquara. Todos se uniram para participar da ação sobre o tema: CONSCIENTIZAR, É UM ATO DE AMOR

Essa ação contou com a participação e envolvimento dos profissionais:  Drª Juliana Baron (Promotora de Justiça de Piraquara), Psicóloga Ana Paula Prestes Daneles (CREAS)  Assistente Social Mirian Jorge (NUPREV) e a Participação especial do Coral e Orquestra Dikaion.

A falta de certeza das pessoas em relação ao abuso e à exploração sexual infantil faz com que muitos casos não sejam denunciados. Contudo, a gravidade do tema deve ser levada em consideração. Não é necessária a certeza de que casos de violência sexual contra crianças de fato aconteçam para que a denúncia seja feita. A simples suspeita observada no comportamento ou em marcas corporais, deve servir de alerta e ser encaminhada aos órgãos competentes. Enfrentar a questão pode significar o fim da violência para crianças e adolescentes que estão em situação de vulnerabilidade.

Além das denúncias, a prevenção é um recurso para modificar condutas sociais que podem evitar a violência sexual.

Levar a informação tanto para familiares quanto para as próprias crianças é fundamental para o reconhecimento de situações de risco ou de abuso propriamente dito. Saber a hora e a maneira correta de abordar a sexualidade oferece mais segurança para crianças e adolescentes reconhecerem e estarem preparados para dizer não quando sua intimidade for violada.

A melhor forma de prevenir a violência sexual é falar sobre ela; dizer que não existe é jogar para baixo do tapete uma realidade que ainda nos acompanha em todo o país. Assim, a rede de proteção deve estar capacitada para saber identificar os sinais que uma criança apresenta quando sofre abuso ou exploração sexual, e as crianças devem se sentir seguras para contar o que aconteceu a um adulto de confiança, pois não sofrerão mais traumas por isso. "É fundamental que as famílias e as escolas discutam o assunto, respeitadas sempre a faixa etária e o grau de maturidade de cada criança, para que elas possam saber dizer 'não' e procurar ajuda quando necessário".

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