Objetivo 1 - Acabar com a fome e a miséria

O Paraná abriga mais de 2,2 milhões de pessoas vivendo em situação de pobreza, sendo, aproximadamente, um terço delas em condição de indigência. Em 1990, mais da metade das famílias não possuíam renda suficiente para comprar uma cesta básica per capita. Esse quadro vem-se modificando gradativamente no Estado, sendo que, em 2005, o percentual de famílias nessa condição passou para 25% (1 a cada 4 famílias). O Paraná, grande produtor agrícola, não pode deixar seus cidadãos sofrerem de fome. Vamos erradicar a extrema pobreza e a fome de nosso Estado. Este é o nosso desafio número 1.

Conheça os projetos paranaenses relacionados a este objetivo

Metas  Indicadores
Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população com renda inferior a um dólar por dia  Proporção da população que ganha menos de um dólar por dia
Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população que sofre de fome  Índice de hiato de pobreza (incidência x grau de pobreza)
   Participação dos 20% mais pobres da população na renda ou no consumo nacional
   Prevalência de crianças (com menos de 5 anos) abaixo do peso5. Proporção da população que não atinge o nível mínimo de crescimento dietético de calorias

Como ajudar  

  • Estimular a agricultura familiar e comunitária de subsistência;
  • Combater a fome em regiões metropolitanas e rurais, através de iniciativas de voluntariado, distribuição e capacitação de mão-de-obra na elaboração de alimentos básicos;
  • Incentivar programas de apoio à merenda escolar e educação alimentar;
  • Ensinar organizações sociais e famílias a aproveitarem melhor os alimentos, evitando o desperdício;
  • Apoiar a geração alternativa de renda, através de estruturação de cooperativas e aproveitamento da produção em suas atividades e suporte na comercialização de excedente;
  • Apoiar programas de educação, capacitação e inclusão digital de crianças e jovens para futura inserção no mercado de trabalho.

Comentários - Deixe seu comentário

por Daniella - 25/08/2010 09:38:00 - Comentar

Na realidade, não existe pobres e famintos por falta de alimentos, e sim por falta de renda. O governo deve continuar a investir em Políticas Públicas para estimular a atividade econômica nos municípios. Por exemplo, criar planos de subsídios para incentivar as indústrias a se fixarem na região. Com isso haverá geração de empregos, aquecimento do mercado, crescimento da economica o que consequentemete diminui a pobreza local.


Respondendo respondendo Daniella
por Clovis Antonio Rutkauskis - 31/08/2010 05:38:17 - Comentar

Realmente toda ajuda para a agricultura familiar é de fundamental importância, porem percebemos que o dinheiro, para a agricultura familiar, esta sendo liberado em volumes bem maiores que em anos anteriores, no entanto, percebo um grande endividamento dos agricultores. Por outro lado, os agentes que realizam a concessão de crédito nem sempre acompanham e exigem a efetivação dos recursos para o projeto que tal recurso se destina. Diante desta realidade, a uma solução, e muito simples, maior cuidado e acompanhamento na implantação dos projetos a que se propõem os contratantes, com maior fiscalização. Em nossa realidade, percebemos que se o dinheiro, que foi liberado para a agricultura, efetivamente fosse aplicado ao objetivo principal, teríamos revolucionado a agricultura. Não podemos negar que muita coisa melhorou, mas poderia ser bem mais. Desta forma,pode-se perceber,que não basta liberação, é preciso seriedade e acompanhamento na aplicação dos recursos. Com relação a erradicação da fome, realmente não a falta de alimentos, o que falta e formas adequadas,para fazer com que as pessoas menos favorecidas tenham acesso a eles. Posso citar algo que talvez possa ajudar, vejo em minha realidade de município pequeno algo bem fácil de resolver, fazer aproveitamento de alimentos que são descartados nos mercados, com a implantação de uma cozinha industrial por parte do poder público local, inclusive podendo servir a creches e escolas. Outra possibilidade viável e a criação de hortas comunitárias, onde poderia ser envolvida todas as famílias que recebem auxilio dos programas sociais, poderia ser inicialmente produzido para subsistência das próprias famílias e o excedente fornecido a creches e escolas municipais.


Respondendo respondendo Clovis Antonio Rutkauskis
por Daniella - 01/09/2010 01:53:55

Obrigada por deixar seu comentário. Faço pós-graduação na área de desenvolvimento regional pela UFPR, não conheço de perto a realidade das pequenas cidades mas pelo que tenho aprendido um dos maiores dilemas do desenvolvimento são as cidades do interior. Poucas verbas, poucos recursos, poucas escolas e nenhuma universidade, sem infra-estrutura para construção de estradas, sem incentivos fiscais para fixação de indústrias, comércios, etc. É bem complicado... Acredito que sobra vontade, mas falta empenho por parte da Administração Pública, e talvez até uma políticas séria como vc mensionou, para fazer a correta distribuição dos recursos. Se vc perceber as principais cidades do PR (Paranaguá, Curitiba, Ponta Grossa, Maringá, Londrina, Foz...) são cortadas por rodovias e possuem as principais universidades do Estado. Então me pergunto: Por quê estas cidades se desenvolveram mais que as outras? Qual a política praticada? Foram as imigrações? Tipo de cultura? Pecuária? Solo? Clima? enfim estas são as perguntas em minha mente que não querem calar...


por EDGAR LIMA - 02/07/2010 11:34:56 - Comentar

gostaria de pedir a sua atencão, e sua colaboracão pra ajudar as pessoas do nordeste, que foram atingidos pelas enchentes, seja solidário...


por ana gabriele - 22/04/2010 05:32:29 - Comentar

acho que todos poderiam ajudar um pouco eu ja estou fasendo a minha parte. gostei muito do que dis na pagina da internet


por Paulo César Kkruskewiski - 20/11/2009 02:57:30 - Comentar

Sou Prof. Universitário, Consultor de Empresas e ministro palestras afim de ajudar atingir os objetivos, caso alguma escola, orgão, etc, caso deseje poderá entrar em contato que irei com o maior prazer e sem custo algum!!!


Respondendo respondendo Paulo César Kkruskewiski
por Rosane - 25/11/2009 05:59:14 - Comentar

Informações sobre as palestras


Respondendo respondendo Paulo César Kkruskewiski
por MARLENE ZALESKI DOS SANTOS - 12/03/2010 11:07:15 - Comentar

BOM DIA SR. PAULO, GOSTARIA DE MAIORES DETALHES SOBRE SUAS PALESTRAS. AGUARDO RESPOSTA


Respondendo respondendo Paulo César Kkruskewiski
por Zilda de Fátima Muliki dos Santos - 04/08/2010 10:47:55 - Comentar

Olá Professor Paulo, gostaria de estabelecer contato para maiores informações sobre ste trabalho voluntário que realiza.Obrigada.


por Daniela Ramos - 10/11/2009 01:52:15 - Comentar

o problema é grande e pode parecer inatingível..mas não é. se cada um de nós tomar responsabilidade e começar por algum lugar, por menor que pareça é muito melhor do que nada. E assim, tendo todos unidos com um mesmo foco fica bem mais fácil atingir o objetivo.


por ailton santos da silva - 03/09/2009 03:12:03 - Comentar

Curitiba,PR, 03 de setembro de 2009,quinta-feira. Ontem, assisti uma palestra do Dr. Angelo Tadini, da FIEP, a respeito dos indicadores do milênio, focando as regiões do Paraná. Há necessidade de cada paranaense se comprometer a fim de atingir as metas definidas. Como cidadão, devemos , no nosso campo de convivência ser um instrumento de mudanças positivas. Atenciosamente. Ailton Santos da Silva.


por Stéphanie dos Santos Andrade - 20/08/2009 04:50:49 - Comentar

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