O Paraná abriga mais de
2,2 milhões de pessoas vivendo em situação de pobreza, sendo, aproximadamente, um terço delas
em condição de indigência. Em 1990, mais da metade das famílias não possuíam renda
suficiente para comprar uma cesta básica per capita. Esse quadro vem-se modificando gradativamente no Estado, sendo
que, em 2005, o percentual de famílias nessa condição passou para 25% (1 a cada 4 famílias). O
Paraná, grande produtor agrícola, não pode deixar seus cidadãos sofrerem de fome. Vamos erradicar
a extrema pobreza e a fome de nosso Estado. Este é o nosso desafio número 1.
Conheça
os projetos paranaenses relacionados a este objetivo
| Metas | Indicadores |
| Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população com renda inferior a um dólar por dia | Proporção da população que ganha menos de um dólar por dia |
| Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população que sofre de fome | Índice de hiato de pobreza (incidência x grau de pobreza) |
| Participação dos 20% mais pobres da população na renda ou no consumo nacional | |
| Prevalência de crianças (com menos de 5 anos) abaixo do peso5. Proporção da população que não atinge o nível mínimo de crescimento dietético de calorias |
Como ajudar
Na realidade, não existe pobres e famintos por falta de alimentos, e sim por falta de renda. O governo deve continuar a investir em Políticas Públicas para estimular a atividade econômica nos municípios. Por exemplo, criar planos de subsídios para incentivar as indústrias a se fixarem na região. Com isso haverá geração de empregos, aquecimento do mercado, crescimento da economica o que consequentemete diminui a pobreza local.
Realmente toda ajuda para a agricultura familiar é de fundamental importância, porem percebemos que o dinheiro, para a agricultura familiar, esta sendo liberado em volumes bem maiores que em anos anteriores, no entanto, percebo um grande endividamento dos agricultores. Por outro lado, os agentes que realizam a concessão de crédito nem sempre acompanham e exigem a efetivação dos recursos para o projeto que tal recurso se destina. Diante desta realidade, a uma solução, e muito simples, maior cuidado e acompanhamento na implantação dos projetos a que se propõem os contratantes, com maior fiscalização. Em nossa realidade, percebemos que se o dinheiro, que foi liberado para a agricultura, efetivamente fosse aplicado ao objetivo principal, teríamos revolucionado a agricultura. Não podemos negar que muita coisa melhorou, mas poderia ser bem mais. Desta forma,pode-se perceber,que não basta liberação, é preciso seriedade e acompanhamento na aplicação dos recursos. Com relação a erradicação da fome, realmente não a falta de alimentos, o que falta e formas adequadas,para fazer com que as pessoas menos favorecidas tenham acesso a eles. Posso citar algo que talvez possa ajudar, vejo em minha realidade de município pequeno algo bem fácil de resolver, fazer aproveitamento de alimentos que são descartados nos mercados, com a implantação de uma cozinha industrial por parte do poder público local, inclusive podendo servir a creches e escolas. Outra possibilidade viável e a criação de hortas comunitárias, onde poderia ser envolvida todas as famílias que recebem auxilio dos programas sociais, poderia ser inicialmente produzido para subsistência das próprias famílias e o excedente fornecido a creches e escolas municipais.
Obrigada por deixar seu comentário. Faço pós-graduação na área de desenvolvimento regional pela UFPR, não conheço de perto a realidade das pequenas cidades mas pelo que tenho aprendido um dos maiores dilemas do desenvolvimento são as cidades do interior. Poucas verbas, poucos recursos, poucas escolas e nenhuma universidade, sem infra-estrutura para construção de estradas, sem incentivos fiscais para fixação de indústrias, comércios, etc. É bem complicado... Acredito que sobra vontade, mas falta empenho por parte da Administração Pública, e talvez até uma políticas séria como vc mensionou, para fazer a correta distribuição dos recursos. Se vc perceber as principais cidades do PR (Paranaguá, Curitiba, Ponta Grossa, Maringá, Londrina, Foz...) são cortadas por rodovias e possuem as principais universidades do Estado. Então me pergunto: Por quê estas cidades se desenvolveram mais que as outras? Qual a política praticada? Foram as imigrações? Tipo de cultura? Pecuária? Solo? Clima? enfim estas são as perguntas em minha mente que não querem calar...
gostaria de pedir a sua atencão, e sua colaboracão pra ajudar as pessoas do nordeste, que foram atingidos pelas enchentes, seja solidário...
acho que todos poderiam ajudar um pouco eu ja estou fasendo a minha parte. gostei muito do que dis na pagina da internet
Sou Prof. Universitário, Consultor de Empresas e ministro palestras afim de ajudar atingir os objetivos, caso alguma escola, orgão, etc, caso deseje poderá entrar em contato que irei com o maior prazer e sem custo algum!!!
Informações sobre as palestras
BOM DIA SR. PAULO, GOSTARIA DE MAIORES DETALHES SOBRE SUAS PALESTRAS. AGUARDO RESPOSTA
Olá Professor Paulo, gostaria de estabelecer contato para maiores informações sobre ste trabalho voluntário que realiza.Obrigada.
o problema é grande e pode parecer inatingível..mas não é. se cada um de nós tomar responsabilidade e começar por algum lugar, por menor que pareça é muito melhor do que nada. E assim, tendo todos unidos com um mesmo foco fica bem mais fácil atingir o objetivo.
Curitiba,PR, 03 de setembro de 2009,quinta-feira. Ontem, assisti uma palestra do Dr. Angelo Tadini, da FIEP, a respeito dos indicadores do milênio, focando as regiões do Paraná. Há necessidade de cada paranaense se comprometer a fim de atingir as metas definidas. Como cidadão, devemos , no nosso campo de convivência ser um instrumento de mudanças positivas. Atenciosamente. Ailton Santos da Silva.
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