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Está nas mãos dos cientistas da computação o poder de desenvolver soluções inovadoras que impactam positivamente a sociedade. Esses profissionais podem programar o futuro que queremos ou o que ainda não cogitamos. Por isso, são peças-chave valiosas para o desenvolvimento de qualquer nação.

Para Davi Reis, investidor-anjo nos grupos AB Capital e Canary, além de líder da engenharia (CTO) da startup de logística Loggi, “os cientistas da computação serão protagonistas desta era, e os países que não conseguirem formar e reter esses profissionais ficarão para trás. No Vale do Silício, um estagiário pode chegar a ganhar, por causa da alta do dólar, meio milhão de reais ao ano”.

Pode soar estranho imaginar como algoritmos têm o poder de mudar rumos – de pessoas, de empresas, de organizações e até mesmo do país. Mas o mercado já mostra sinais, evidências. O país hoje conta com cerca de 12,7 mil startups, segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), sendo dez unicórnios (com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão): 99, PagSeguro, Nubank, iFood, Stone, Arco Educação, Gympass, Loggi, Quinto Andar e Ebanx.

As oportunidades já estão aparecendo e permitem vislumbrar aonde podemos chegar. Reis explica que capital humano é o que falta ao país para que esses unicórnios e startups possam se consolidar, transformando definitivamente a economia brasileira. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o país demandará, em média, 70 mil profissionais qualificados ao ano até 2024 – total de 420 mil. Porém, o Brasil forma 46 mil, o que resultará déficit de 276 mil no período. Hoje, o setor emprega cerca de 850 mil profissionais.

Com informações do jornal Estado de Minas.

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