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Setor de vestuário finaliza PGRS e debate Logística Reversa

Trabalho para elaboração do plano deve começar ainda neste ano e ser conluído dentro de seis meses

clique para ampliarclique para ampliarLogística Reversa está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Foto: Reprodução)

O setor do vestuário vai finalizar em novembro o seu Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, que foi elaborado com apoio do Senai Paraná. Com o término do primeiro plano, que fornece uma base sobre quais são os principais resíduos gerados pela cadeia, o setor iniciará a construção de seu plano de Logística Reversa.

O documento, previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (lei federal 12.305/2010), deverá ser entregue à Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) no próximo ano. O plano prevê medidas e responsabilidades de todos os componentes da cadeia na destinação correta do produto após o consumo. Ou seja, serão estabelecidos como e quais resíduos deverão fazer o caminho inverso e voltar para seus fabricantes para que possam ser reaproveitados ou descartados de modo a não prejudicar o meio ambiente.

O assunto foi pauta da última reunião do Conselho Setorial da Indústria do Vestuário e Têxtil da Fiep. De acordo com Adilson Luiz de Paula Souza, do Senai Paraná e que apresentou a proposta para a elaboração do Plano de Logística Reversa, o trabalho começará por um levantamento amplo dos resíduos pré e pós consumo gerados pela cadeia produtiva e deve levar seis meses para ser finalizado.

Para o especialista, quanto maior o número de indústrias que participarem da fase de pesquisas, maior a exatidão do plano e mais sucesso haverá na hora da implantação das medidas. Souza explicou aos presidentes e representantes dos sindicatos presentes na reunião que o plano prevê ações de curto, médio e longo prazos e a expectativa é de que ele comece a ser implantado assim que for aprovado por um grupo técnico já criado pela Sema.

O representante do Senai também destacou a importância da participação de todos os sindicatos e de seus associados na elaboração do plano, para que ele possa atender às demandas e capacidades de realização das indústrias. “Essa participação é muito importante, pois o plano atribui responsabilidades aos atores do setor e essa atuação será fiscalizada”, afirmou.

Além disto, segundo Souza, como a legislação já está em vigor, quem não participar da elaboração do plano será obrigado mais tarde a realizá-lo de forma independente e com custo mais elevado. “Neste momento, os associados aos sindicatos estão assegurados, uma vez que estamos elaborando o plano. No entanto, a Sema está acompanhando essa elaboração e já sinalizou que deve reforçar a fiscalização”, explicou.

Durante os trabalhos, serão identificadas parcerias que vão auxiliar a colocação das medidas previstas em prática. “Este é um plano macro, que pretende estruturar o setor. Um dos pontos importantes é identificar e formar parcerias entre fornecedores, fabricantes, órgãos públicos e até os próprios consumidores para efetivar a logística reversa”.

De acordo com a coordenadora do conselho e presidente do Sindivest, Luciana Bechara, o assunto voltará a ser discutido na próxima reunião - marcada para o fim de novembro, quando uma decisão sobre a data de início do trabalho será tomada. “Ressalto a importância da participação dos sindicatos e dos industriais nesta reunião, que será realizada por videoconferência para que possamos discutir de forma conjunta um tema tão importante para o nosso setor”, completou.

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