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Perfil07/08/2012

A vida é mais bonita com uma trilha sonora

Música, comunicação e oratória estão entre as paixões da colaboradora Ana Rosélis Kvitschal, gerente do Sesi em Maringá. Conheça sua trajetória

 

clique para ampliar clique para ampliarNa foto a colaboradora Ana Rosélis Kvitschal, que atualmente é gerente do Sesi em Maringá (Foto: Divulgação)

"Ninguém de nós é tão forte quanto todos nós juntos". Essa é uma das frases preferidas da colaboradora Ana Rosélis Kvitschal quando o assunto é refletir e tomar decisões que impactem na vida das pessoas. A colaboradora, que atualmente é gerente do Sesi em Maringá, conta que sua carreira sempre foi pautada na ética, transparência e espírito colaborativo. "Sempre que possível, procuro pensar coletivamente oportunizando à equipe a manifestação e participação nas demandas", disse.  

Além destes valores, ela acredita que o respeito e o amor pelo ser humano devem nortear as organizações. "A base das empresas são as pessoas", disse.

A história de Ana no Sistema Fiep começou em 16 de janeiro de 2006, quando ela assumiu a coordenação do Colégio Sesi em Rio Negro após passar por um processo seletivo. A colaboradora permaneceu no cargo até o ano passado, quando após outro processo seletivo interno, ela assumiu a gerência da unidade do Sesi em Maringá. 

clique para ampliar clique para ampliarAna e equipe dos Jogos Sul Brasileiros do Sesi, que foram realizados em Maringá (Foto: Divulgação)

Em relação ao trabalho em equipe, Ana conta que sempre se esforçou para que todas as pessoas tenham acesso à informação e compreendam qual a responsabilidade dentro de uma organização tão complexa como o Sistema Fiep. "Penso que os grandes desafios dentro dos grupos sempre foi a comunicação e o entendimento sobre o que a empresa espera de cada um. Especialmente dentro do sistema, onde vivemos um universo muito grande de produtos, serviços e pessoas, isso não poderia ser diferente", disse. 

Música como profissão
Nas horas de lazer, além de passar o tempo com a família e amigos,  Ana gosta de relembrar o que já foi sua profissão: a música. "Nas reuniões entre amigos e familiares, sempre aparece alguém com o violão , quando não, eu mesma, para animar a festa e me fazer lembrar que a vida é muito mais bonita se tiver trilha sonora", conta.  Ana tem duas filhas, Annie (19) e Jullie (11). "Elas são minhas parceiras incondicionais".

Segundo ela, seu gosto pela música sempre foi incentivado pela mãe  e irmãos, que também gostam de cantar. Ana já participou de corais e cantou individualmente durante muitos anos. "Por cerca de uma década, a música foi minha profissão. Depois, fui fazendo escolhas e o tempo foi dividido entre outras paixões", disse. Ela diz que é eclética, mas confessa que seu estilo preferido é a MPB. "Gosto da música caipira raiz", revela.

clique para ampliar clique para ampliarAna e suas duas filhas, Annie (19) e Jullie (11) (Foto: Divulgação)

Entre os anos de 1987 e 1999, Ana se dedicou à carreira de cantora e conta que os ritmos de boleros e sambas-canção eram os mais cantados. Atualmente a música é um hobby para ela, que gosta de agradar os amigos com a sua voz.  A música também ajuda a enfrentar os desafios do dia a dia." A música sempre representou e sempre representará um refúgio seguro, onde as ideias voltam ao seu lugar e retomo as forças para seguir lutando. Como já diz o ditado, quem canta, seus males espanta", afirma.    

Comunicação e música
Além da música, Ana sempre foi apaixonada por comunicar, e segundo ela, a música também contribui para uma melhor comunicação. "Cantar é uma forma muito forte de tocar a mente e o coração das pessoas", disse.  Para dar vida a este dom, Ana ministra aulas de oratória com o objetivo de ajudar as pessoas a se sentirem mais confiantes e capazes de se comunicarem com eficácia. A inspiração para as aulas ela encontra em autores renomados, como Dale Carnegie e Reinaldo Polito, os quais recomenda para leitura.  

clique para ampliar clique para ampliarA colaboradora Ana, em momento de comemoração do seu aniversário, realizado com amigos no dia 14 de julho (Foto: Divulgação)

Segundo Ana, a oratória é uma arte que pode ser aprendida e desenvolvida. "Basta força de vontade e muita disciplina. Àqueles que acham que nunca conseguirão vencer o medo de falar em público, uma boa notícia: com técnicas simples e disciplina, as pessoas podem se tornar oradoras eficazes e convincentes", afirma. 

Para falar bem em público, ela conta que é preciso conhecer bem o público e procurar saber com antecedência o local e para quem será o discurso. Além disso é preciso falar de assuntos que conheça muito bem, seja por experiência ou estudos. O horário também é fundamental. "O bom orador é aquele que começa e termina no horário", orienta.

Vida e amigos
"Hoje, com 6 anos e meio de Sistema, somados aos demais anos passados e vividos dentro da música, do esporte, da educação, da gestão de pessoas e da comunicação, posso dizer que sou uma pessoa realizada e que tem conseguido manter-se dentro de seus objetivos, entre os quais: ter uma vida abençoada por bons e verdadeiros amigos", finaliza. 

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