SINDEMON

Sindicato das Empresas de Engenharia de Montagem e Manutenção Industrial do Estado do Paraná

Envie para seus amigos

Verifique os campos abaixo!






Comunicar Erro

Verifique os campos abaixo!




Indústrias podem recorrer a linhas de crédito para investimentos no próprio negócio

Com organização, planejamento e orientação de especialistas, é possível encontrar as alternativas mais interessantes para cada tipo de indústria

clique para ampliarclique para ampliarSegundo especialista, linhas de crédito devem ser usadas para investimentos e oportunidades (Foto: Freeimages)

Para colocar em prática planos que vão incrementar os negócios, as indústrias devem fazer um bom planejamento e analisar todas as possibilidades a fim de conseguir a melhor opção. O uso de linhas de crédito pode ser o caminho para otimizar as oportunidades, como a compra de equipamentos ou implantação de sistemas. Desta maneira, é possível crescer sem ter que recorrer a recursos próprios.

Para Eduardo Kossovski, coordenador de fomento da Fiep, buscar financiamentos é, na maioria das vezes, a melhor opção para as indústrias nestes casos. “Quando o objetivo está na criação de novas oportunidades, compra de máquinas e investimentos, devem-se usar financiamentos. As boas taxas estão disponíveis para objetivos definidos e não para solucionar problemas. Na emergência não é hora de buscar crédito. O dinheiro próprio deve ser guardado justamente para resolver as situações indesejáveis”, explica.

A indústria deve organizar um planejamento, identificando os itens necessários para colocar as metas em prática. Além disto, é preciso verificar se cada um deles é objeto de financiamento com as melhores taxas que existem nos mercados público e privado.

Além do planejamento bem traçado, e descrevendo claramente os valores necessários para que ele seja cumprido, alguns pontos são importantes para que a melhor linha de crédito seja alcançada: ter um bom fluxo de caixa, patrimônio condizente ao financiamento e um histórico favorável são fundamentais. “Para ter acesso ao crédito não basta ter um bom projeto. Tradicionalmente, o melhor financiamento está sempre atrelado a um bom histórico. Por isso, a realidade é que se devem buscar os agentes financeiros quando se está bem”, orienta o coordenador.

São diversas as opções de crédito disponíveis. Cabe ao empresário analisar as alternativas de financiamentos com as melhores opções. Mas, para decidir qual a ideal, a indústria deve analisar caso a caso, quais são os incentivos de cada uma, suas exigências e os setores de maior interesse.

Esta orientação, além da divulgação e da articulação para que as indústrias tenham acesso à melhor opção de crédito, são feitas por especialistas da Fiep. “O objetivo da federação é ajudar a identificar possíveis negociações de créditos. O industriário não deve simplesmente aceitar a sugestão do gerente de sua conta empresarial. Esta nem sempre é a melhor opção, já que o gerente pode estar mais preocupado com o banco do que com a empresa do cliente”, ressalta Kossovski.

Para 2015, de acordo com o coordenador, a previsão é que as melhores linhas de crédito sejam direcionadas para as indústrias que tenham como foco a inovação, já que estas tem maior potencial de crescimento.

DEIXE SEU COMENT�RIO

Os seguintes erros foram encontrados:








    1. Os sites do Sistema Fiep incentivam a pr�tica do debate respons�vel. S�o abertos a todo tipo de opini�o. Mas n�o aceitam ofensas. Ser�o deletados coment�rios contendo insulto, difama��o ou manifesta��es de �dio e preconceito;
    2. S�o um espa�o para troca de ideias, e todo leitor deve se sentir � vontade para expressar a sua. N�o ser�o tolerados ataques pessoais, amea�as, exposi��o da privacidade alheia, persegui��es (cyber-bullying) e qualquer outro tipo de constrangimento;
    3. Incentivamos o leitor a tomar responsabilidade pelo teor de seus coment�rios e pelo impacto por ele causado; informa��es equivocadas devem ser corrigidas, e mal entendidos, desfeitos;
    4. Defendemos discuss�es transparentes, mas os sites do Sistema Fiep n�o se disp�em a servir de plataforma de propaganda ou proselitismo, de qualquer natureza.
    5. Dos leitores, n�o se cobra que concordem, mas que respeitem e admitam diverg�ncias, que acreditamos pr�prias de qualquer debate de ideias.
    Depressão está entre as doenças que mais causam afastamento de trabalhadoresIndústrias brasileiras encontram dificuldades para atender legislação ambiental, segundo especialista