Sindirepa Toledo 25 anos
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SINDIREPA's do Paraná apresentam plano de Logística Reversa

Cada plano apresentado, com cerca de 100 páginas, apresenta a estrutura produtiva de cada segmento industrial, o tipo de resíduo gerado, a atual destinação e as possibilidades de reaproveitamento futuro.

Após meses de negociação, a indústria começa a adotar planos para a destinação adequada de resíduos gerados pelo consumo de seus produtos. Dois setores – o de reparação de veículos e o de eletricidade, gás, água, obras e serviços – apresentaram ontem à Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) os dois primeiros projetos nessa área no Paraná. A iniciativa faz parte de um termo de compromisso assinado no fim de 2012 que prevê que 13 setores da indústria paranaense adotem a chamada logística reversa, prevista na Lei 12.305/2010, pela qual o produto faz o caminho contrário após o seu consumo, voltando até o fabricante.

Segundo a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), os demais setores que devem apresentar seus planos de logística reversa nos próximos meses são os da construção civil; da tecnologia da informação e comunicação; têxtil e vestuário; metalmecânico e eletroeletrônico; gráfico; químico; de cerâmica; minerais não metálicos; alimentos de origem animal e vegetal; borracha; móveis e madeira; e papel e celulose. “O próximo setor a apresentar seu plano deve ser o de móveis e madeira, mas já estão em elaboração os projetos na área de metalmecânica e construção civil”, diz Elcio Herbst, consultor ambiental do Senai-PR, que participou da elaboração dos projetos.

Detalhes

Cada plano apresentando, com cerca de 100 páginas, apresenta a estrutura produtiva de cada segmento industrial, o tipo de resíduo gerado, a atual destinação e as possibilidades de reaproveitamento futuro. Segundo Herbst, a indústria do Paraná é pioneira na iniciativa de elaborar planos nessa área. A fiscalização do cumprimento dos objetivos será feita pela Sema e as secretarias municipais de Meio Ambiente.

O setor de oficinas mecânicas, por exemplo, terá de dar destinação adequada a uma série de produtos e subprodutos, como óleo contaminado, embalagens, estopas, panos, papel, borra de tinta, borracha e vidros. Muitos desses itens são descartados em lixo comum hoje, mas poderiam ser reaproveitados, segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Paraná (Sindirepa), Wilson Bill. O óleo, por exemplo, pode passar um novo processo de refino. Os vidros poderiam ser reaproveitados por meio de reciclagem.

Futuro

Segundo Herbst, no médio prazo a implantação da logística reversa deve impulsionar a indústria de reciclagem, com o reaproveitamento de materiais e o fortalecimento das cooperativas de catadores, e estimular a inovação. “Com o aumento do custo para dar destinação adequada, a indústria terá que desenvolver produtos mais ambientalmente amigáveis”, diz.

Dificuldade

Informalidade é obstáculo para responsabilizar oficinas mecânicas

Colocar em prática um plano de destinação de resíduos sólidos é um desafio e tanto para o setor de reparação de veículos, onde 70% das empresas ainda estão na informalidade. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Paraná (Sindirepa), Wilson Bill, são cerca de 25 mil empresas no setor no estado, a maioria de micro e pequeno porte.

A iniciativa apresentada ontem reunirá esforços de nove sindicatos regionais de oficinas. A intenção, de acordo com Bill, é buscar subsídio financeiro para bancar os investimentos nos planos de logística reversa. A meta é que já em 2014 cerca de 400 empresas adotem o plano de gerenciamento de resíduos sólidos no estado. Em 2015, a meta sobre para mil.

Já o presidente Sindicato das Empresas de Eletricidade, Gás, Água, Obras e Serviços do Estado do Paraná (Sineltepar), Valcideir Garcia Ferreira, diz que o plano de logística reversa do setor deve envolver cerca de 200 empresas no Paraná – 76 associadas à entidade. São empresas que geram como resíduos transformadores, cabos de alumínio, postes de concreto e isoladores de porcelana e poliméricos. “Esses dois últimos, que isolam a alta tensão, hoje são armazenados em depósitos pelas empresas e poderiam ser reciclados e utilizados por outras indústrias”, acrescenta.

clique para ampliar>clique para ampliarSindicatos estão se alinhando para atender às demandas da Sema (Foto: Divulgação)

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por fatihin nurul - Quarta-feira, 07 de Setembro de 2016 - 04:03:14 - Comentar

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por fatihin nurul - Quarta-feira, 07 de Setembro de 2016 - 04:02:24 - Comentar

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por milton josé oro - Segunda-feira, 10 de Março de 2014 - 11:55:33 - Comentar

Bom dia!
Muito bom o trabalho do SINDIREPA, visando equacionar o problema da informalidade no setor de reparos de veíclos no Paraná.
Outro fator extremamente importe para o setor é o engajamento das oficinas em planos de gerenciamento dos resíduos gerados no dia a dia.
Estou elaborando uma Tese de Conclusão de Curso-TCC, com o tema resíduos sólidos gerados em oficinas de reparos de veículos automotores.
Pretendo elaborar um trabalho que possibilite identificar, quantificar, mensurar, avaliar as condições de armazenamento, estocagem e destinação que o setor está praticando atualmentede, e ainda, analisar o grau de contaminação e periculosidade dos resíduos gerados nas oficinas.
Gostaria de saber se há possibilidades de voces do Sindirepa, contribuirem com este trabalho.
Com dados ja pesquisados sobre os resíduos gerados, porcentagem de informalidade no setor de reparos de veiculos automotores, projetos de implantação de planos de gerenciamento dos resíduos gerados em uma ou mais unidades.
Se puder contar com a colaboração do Sindirepa ficarei grato.
Abraços, Milton José Oro


por milton josé oro - Segunda-feira, 10 de Março de 2014 - 11:55:31 - Comentar

Bom dia!
Muito bom o trabalho do SINDIREPA, visando equacionar o problema da informalidade no setor de reparos de veíclos no Paraná.
Outro fator extremamente importe para o setor é o engajamento das oficinas em planos de gerenciamento dos resíduos gerados no dia a dia.
Estou elaborando uma Tese de Conclusão de Curso-TCC, com o tema resíduos sólidos gerados em oficinas de reparos de veículos automotores.
Pretendo elaborar um trabalho que possibilite identificar, quantificar, mensurar, avaliar as condições de armazenamento, estocagem e destinação que o setor está praticando atualmentede, e ainda, analisar o grau de contaminação e periculosidade dos resíduos gerados nas oficinas.
Gostaria de saber se há possibilidades de voces do Sindirepa, contribuirem com este trabalho.
Com dados ja pesquisados sobre os resíduos gerados, porcentagem de informalidade no setor de reparos de veiculos automotores, projetos de implantação de planos de gerenciamento dos resíduos gerados em uma ou mais unidades.
Se puder contar com a colaboração do Sindirepa ficarei grato.
Abraços, Milton José Oro


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