Agenda Estratégica - Rede Empresarial
Agenda Estratégica
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Proposta para debate

O país não avançará se não houver diretrizes que orientem sua trajetória rumo ao futuro. Por isso, a Rede de Participação Política do Empresariado está estimulando a elaboração coletiva de uma Agenda Estratégica para o Brasil.

O documento resultante deste trabalho conjunto servirá de norte para que os administradores públicos e a sociedade, unidos, promovam o nível de desenvolvimento sustentável de que o país necessita. Ele conterá propostas claras e exeqüíveis em seis áreas.

O texto que segue, elaborado a partir de contribuições de diversas pessoas, é a uma proposta para discussão e está aberto para receber emendas, críticas e sugestões. Após a leitura, ao final do texto, dê sua opinião e participe da elaboração coletiva deste documento.

Princípios gerais:

I - Estabelecer um novo modelo de desenvolvimento, baseado numa política macroeconômica pró-crescimento, no aumento da competitividade das empresas e da cooperatividade social;
II - Preservar a estabilidade;
III - Reduzir os impostos;
IV - Reorientar o gasto público em favor do aumento dos investimentos, em detrimento dos gastos correntes;
V - Fortalecer a segurança jurídica e melhorar a segurança pública;
VI - Priorizar os esforços para melhoria da educação;
VII - Criar um ambiente social e institucional favorável ao empreendedorismo e ao exercício do protagonismo das populações.

Medidas Prioritárias:

1 - REFORMA POLÍTICA
2 - REFORMA FISCAL (gastos e tributos)
3 - SEGURANÇA JURÍDICA E SEGURANÇA PÚBLICA
4 - INFRA-ESTRUTURA
5 - EDUCAÇÃO
6 - REFORMA ADMINISTRATIVA (governança e governabilidade)


1 - REFORMA POLÍTICA

1.1 - Princípios gerais:
1.1.1 - Fortalecimento do sistema representativo;
1.1.2 - Fortalecimento dos partidos;
1.1.3 - Fiscalização popular dos mandatos;
1.1.4 - Aplicação de princípios éticos à atuação dos políticos;
1.1.5 - Ampla publicidade dos atos executados pelos representantes nas esferas dos poderes Executivo e Legislativo.

1.2 - Propostas Específicas:
1.2.1 - Revisão Constitucional para estancar o processo de remendos da Constituição (que, em 18 anos já recebeu 52 emendas) e para obter uma Carta atualizada e contemporânea;
1.2.2 - Controle externo das campanhas (punição rigorosa para Caixa 2, auditorias independentes nas contas partidárias, transparência na prestação de contas on-line e em tempo real, identificação do doador e do volume de recursos);
1.2.3 - Mudança do sistema eleitoral (fim da reeleição para cargos executivos, limite de reeleição para cargos legislativos, voto distrital misto, redução do número de parlamentares, restrições à criação de novos municípios, voto facultativo, perda de mandato por corrupção, cassação sumária de registros de candidaturas por abuso de poder econômico);
1.2.4 - Reforma do Regimento Interno do Congresso Nacional (fim do voto secreto, extinção das verbas de gabinete, fortalecimento do Conselho de Ética);
1.2.5 - Reforma partidária (democratização dos partidos, fidelidade partidária, manutenção da cláusula de barreira, revogabilidade dos mandatos);
1.2.6 - Estabelecimento de instrumentos de participação da sociedade que possam ser utilizados em conjunto com aqueles previstos pela democracia representativa;
1.2.7 - Educação para a cidadania.


2 - REFORMA FISCAL (gastos e tributos)

2.1 - Princípios gerais:
2.1.1 - Diminuir gradativamente a carga tributária, com base em um programa de redução dos gastos públicos;
2.1.2 - Eliminar tributos em cascata e padronizar alíquotas, bases de incidência e procedimentos burocráticos entre os estados e municípios;
2.1.3 - Minimizar os efeitos negativos da estrutura de tributos sobre a poupança, o investimento e a intermediação financeira;
2.1.4 - Simplificar o sistema tributário, reduzindo o número de taxas, impostos e contribuições, para facilitar a sua administração pelos setores público e privado.

2.2 - Propostas específicas:
2.2.1 - Reduzir significativamente a alíquota da CPMF;
2.2.2 - Reduzir o FGTS e o PIS/Pasep;
2.2.3 - Expandir gradativamente a Desvinculação das Receitas da União (DRU), reduzindo o engessamento do uso dos recursos públicos;
2.2.4 - Transformar o IPI em um imposto sobre bens específicos, aplicando-o apenas ao fumo, às bebidas e aos automóveis (eliminando-se tal tributação sobre os demais itens);
2.2.5 - Unificar e simplificar a legislação e as alíquotas do ICMS (que passariam a ser as mesmas em todo o território nacional) e adotar o princípio de destino na sua tributação;
2.2.6 - Unificar a Cofins e o PIS-Pasep em uma única contribuição e fazer o mesmo com o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
2.2.7 - Modificar o sistema de partilha dos tributos, de sorte a incidir sobre o conjunto de todos os impostos e contribuições arrecadados pela União (ao invés de apenas sobre o Imposto de Renda, o IPI e a CIDE);
2.2.8 - Aprovação do Código de Defesa do Contribuinte, paralisado no Congresso Nacional.


3 - SEGURANÇA JURÍDICA E PÚBLICA

3.1 - Princípios gerais para a Segurança Jurídica:
3.1.1 - Consolidar uma nova cultura regulatória, baseada no respeito aos contratos e no fortalecimento da autonomia decisória das agências reguladoras;
3.1.2 - Fortalecer a coordenação estatal (não-governamental) entre as agências reguladoras.
3.1.3 - Desestimular o ativismo judicial em todas as áreas, sobretudo na área de infra-estrutura (para que possa contar com investidores privados);
3.1.4 - Consolidar institucionalmente as atividades de regulação e fiscalização ambiental, facilitando sua atuação coordenada e viabilizando sua agilização (e desburocratização).

3.2 - Propostas específicas para a Segurança Jurídica:
3.2.1 - Promover a informatização de todas as esferas do Poder Judiciário, facilitando o acesso aos dados e agilizando os processos;
3.2.2 - Otimizar o uso dos recursos humanos, alocando-os de forma adequada nas atividades-meios e atividades-fins;
3.2.3 - Facilitar o acesso da população aos serviços jurídicos, com a efetivação das defensorias públicas em todos os estados e na União.

3.3 - Princípios gerais para a Segurança Pública:
3.3.1 - Aumentar a eficiência e a eficácia dos serviços prestados pela polícia investigativa (civil), ostensiva (militar) e pela Polícia Federal;
3.3.2 - Aumentar a eficiência e a eficácia das corregedorias dos órgãos de polícia, coibindo a ação de profissionais corruptos;
3.3.3 - Eliminar o problema da superlotação carcerária e o uso das delegacias como presídios improvisados;
3.3.4 - Aumentar a sinergia entre todas as forças nacionais de segurança.

3.4 - Propostas específicas para a Segurança Pública:
3.4.1 - Promover um amplo programa de investimentos em equipamento e constante treinamento e aperfeiçoamento das polícias;
3.4 2 - Implantar um programa de remanejamento de efetivos, privilegiando a alocação de pessoal nas atividades fins (investigação e repressão ao crime);
3.4.3 - Implementar um programa de reforma e construção de presídios convencionais e de segurança máxima;
3.4.4 - Suprimir benefícios legais que diminuem penas para crimes de lesa-pátria e ampliar as punições para crimes hediondos (como homicídio, latrocínio e estupro), tráfico de drogas e crime organizado;
3.4.5 - Reduzir a idade da imputabilidade penal;
3.4.6 - Estabelecer punições mais rigorosas para menores infratores que cometerem crimes violentos, como estupro, latrocínio, seqüestro e tráfico de drogas.


4 - INFRA-ESTRUTURA

4.1 - Princípios gerais:
4.1.1 - Investir maciçamente em infra-estrutura;
4.1.2 - Reestruturar os gastos públicos, reduzindo os gastos correntes, de forma a permitir um aumento dos investimentos em obras pela administração pública e as estatais;
4.1.3 - Modernizar e ampliar o sistema de transporte do país;
4.1.4 - Modernizar e ampliar a estrutura portuária e aeroportuária brasileira;
4.1.5 - Estimular a utilização de alternativas de transporte como a fluvial e a navegação de cabotagem;
4.1.6 - Ampliar a oferta de água tratada e rede de esgoto.

4.2 - Propostas específicas:
4.2.1 - Oferecer condições para que o investimento na geração de energia elétrica eleve-se a uma média anual de R$ 7 bilhões, nos próximos dez anos, afastando assim o risco de racionamento caso a economia cresça a médias superiores a 3,5% ao ano;
4.2.2 - Efetivar as Parcerias Público-Privadas (PPPs) e reformulá-las, introduzindo mecanismos de controle de risco, para que possam ser utilizadas pelo governo como instrumento preferencial nos seus projetos de investimento;
4.2.3 - Completar os marcos regulatórios em transporte, eletricidade e saneamento;
4.2.4 - Estimular investimentos em fontes alternativas de geração de energia elétrica, como biomassa, eólica e nuclear;
4.2.5 - Retomar o programa de privatizações e concessões, adotando como princípio financiar o máximo razoável do investimento por meio da cobrança de tarifas (tornando possível ao setor privado atuar comercialmente sem a necessidade de subsídios públicos);
4.2.6 - Ter como meta aumentar em 2% do PIB os investimentos anuais em infra-estrutura, desenvolvendo para tanto instrumentos adequados para administrar riscos e facilitar o financiamento dos projetos.


5 - EDUCAÇÃO

5.1 - Princípios gerais:
5.1.1 - Estabelecer uma nova política educacional, que tenha como objetivo alcançar, nos próximos 20 anos, patamares educacionais equivalentes aos dos países que apresentam os melhores índices de escolaridade;
5.1.2 - Manter todas as crianças na escola e melhorar a qualidade do ensino básico, reduzindo a níveis aceitáveis o insucesso escolar e suas desastrosas conseqüências (repetência e evasão);
5.1.3 - Aumentar a eficiência e a eqüidade no ensino superior.

5.2 - Propostas específicas:
5.2.1 - Aumentar a escolaridade média dos brasileiros para 8 anos nos próximos 10 anos e para 11 anos nos próximos 20 anos;
5.2.2 - Universalizar a pré-escola nos próximos 8 anos e o ensino médio nos próximos 15 anos;
5.2.3 - Estabelecer o pagamento do ensino superior nas universidades públicas para aqueles que comprovadamente têm renda para tanto;
5.2.4 - Promover o constante aprimoramento do corpo docente dos estabelecimentos públicos de ensino, em todos os níveis, por meio da capacitação dos professores e melhoria salarial;
5.2.5 - Ampliar e fortalecer as parceiras entre o setor público e o Sistema S para implantação de cursos profissionalizantes.


6 - REFORMA ADMINISTRATIVA

6.1 - Princípios gerais:
6.1.1 - Redimensionar o tamanho da máquina pública para promover o aumento da eficiência e da eficácia na gestão pública;
6.1.2 - Ampliar a transparência na gestão dos recursos públicos;
6.1.3 - Criar um código que regulamente o relacionamento entre o cidadão e os gestores públicos;
6.1.4 - Ampliar as possibilidades de acesso do cidadão a serviços públicos de qualidade.

6.2 - Propostas específicas:
6.2.1 - Reduzir os cargos de confiança ao mínimo indispensável à consecução das atividades legislativas e executivas;
6.2.2 - Reduzir a quantidade de ministérios, autarquias e fundações, por meio da extinção ou fusão;
6.2.3 - Investir na criação de uma burocracia profissional qualificada e adequadamente remunerada;
6.2.4 - Implantar sistemas informatizados de prestação de contas ao cidadão, facilitando o acesso on-line a informações econômico-financeiras dos órgãos públicos da administração direta e indireta;
6.2.5 - Estabelecer sistemas de avaliação e monitoramento de resultados das ações públicas;
6.2.6 - Oferecer ao cidadão, meios facilitados de acesso a informações econômico/financeiras de empresas estatais e de capital misto;
6.2.7 - Estabelecer critérios de aferição de qualidade e produtividade dos serviços realizados pelos servidores públicos federais, estaduais e municipais;
6.2.8 - Flexibilizar a legislação que regulamenta o emprego público, retirando os entraves jurídicos impeditivos ou protelatórios da dispensa de servidores cuja atuação não esteja conforme as metas de qualidade e produtividade previamente estabelecidas;
6.2.9 - Promover o contínuo aprimoramento dos recursos humanos empregados no setor público, por meio da capacitação e treinamento de pessoal.


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Nome: Álvaro Pedreira de Cerqueira    18/07/2008 10:56

Comentário: A REDE EMPRESARIAL ESTÁ DE PARABÉNS! APÓS ATENTA LEITURA INTEGRAL, DOU MEU INTEGRAL APOIO À PROPOSTA PARA DEBATE ACIMA E ESTOU DIVULGANDO A TODOS OS MEUS CORRESPONDENTES ELETRÔNICOS, PEDINDO-LHES QUE SE INSCREVAM NO SEU SITE. CORDIAIS SAUDAÇÕES, ÁLVARO PEDREIRA DE CERQUEIRA

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Nome: GERALDO DE SOUZA ROMANO    12/07/2008 23:35

Comentário: MUITO IMPORTANTE O SITE E SEU CONTEÚDO; A REFORMA POLÍTICA, ACABANDO COM A IMPUNIDADE E COM ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS E URGENTES, PODEM E DEVEM MORALIZAR A ATUAL POLÍTICA VIGENTE NO PAÍS. QUANDO ALGUNS SENADORES AFIRMAM QUE O CONGRESSO LEGISLA EM CAUSA PRÓPRIA E DE COSTAS PARA A SOCIEDADE...É O FIM! - VEJAM OS SITES: www.movimentotiradentes.com.br, MUDAR A LEI DE INELEGILIDADE. http://www.rpj.org.br, REFORMA POLÍTICA.

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Nome: Álvaro Pedreira de Cerqueira    10/07/2008 03:43

Comentário: Parabenizo o Rede Empresarial e concordo com suas propostas, que li com interesse. Sugiro alterar o tópico "Redução ga alíquota da CPMF", já extinta. Em seu lugar escrever "Abaixo a CSS". Álvaro P. de Cerqueira Belo Horizonte, MG

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Nome: Daura Alves P.Souza    09/07/2008 23:43

Comentário: Professora do Ens. Fundamental e Pós-Graduada em Gestão, as propostas aqui são bem importantes sim, mais o fato de aumentar os anos de escolaridade como solução para o aumento da média escolar e qualidade de ensino é não se colocar no lugar dos alunos e professores, uma vez que não se tem nas escolas recursos necessários capazes de promover um ensino de qualidade. É preciso qualificação para os recursos humanos e a gestão nas escolas, para a promoção de qualidade eficiente no tempo que já temos. As empresas que apoiam projetos de capacitações para profissionais da Educação estão de parabéns, precisamos é de apoio para administrar a escassez de recursos e alcançar os resultados de qualidade, produtividade e lucros com a educação de nosso país. Uma sugestão para adentrar nas propostas também, seria acabar com a ociosidade dos presos, resgatando assim, os aspectos de cidadania e educação para um futuro reengresso na sociedade através de diversos trabalhos como plantio monitorados é claro, em áreas de terras improdutivas. Experiência essa ainda não analisada em "laboratórios", mais vivenciadas em paíse que visam o bem estar social. Um abraço!!!

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Nome: Aristides Girardi    26/04/2008 23:06

Comentário: Fiz minha inscrição no movimento, pois como cidadão não posso me omitir deste tipo de movimento apartidário e em defesa do país. Enquanto a maioria dos discursos inúteis pronunciados pela maioria das câmaras legislativas do Brasil focam o interesse personal dos legisladores, os cidadãos e empresários que movem o país, trabalham 4 meses por ano para pagar a conta deles. Como somos maioria, podemos influenciar, sim.

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Nome: Álvaro Pedreira de Cerqueira    24/04/2008 20:34

Comentário: Parabéns por este movimento bem direcionado e dinâmico, que estou conhecendo agora. Moro em Belo Horizonte e sou membro da Comissão Organizadora de um movimento semelhante, sendo criado por iniciativa do Presidente Charles Lotfi, da associação Comercial de Minas. Na segunda quinzena de maio vamos registrá-lo em cartório (entidades sem fins lucrativos) e em breve vamos contactar a Direção dessa Rede de Participação Política do Empresariado para consultas e aprendizado de sua já adquirida experiência. Não encontrei os nomes dos dirigentes neste site e como está estruturada sua administração. Obrigado.

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Nome: Wilma Adam    14/04/2008 18:31

Comentário: Seria Possivel colocar na proposta para educacao, o seguinte item: - autorizacao para abatimento do IR despesas com cursos/aulas de linguas estrangeira. (Atualmente nao é permitido para SRF). - Pessoas com beneficios do Prouni. deverao prestar servico publico ou retornar o investimento concedido pela sociedade, nao somente os beneficiarios do Fies devem devolver o emprestimo. att. Wilma Adam

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Nome: roginer teodoro    12/04/2008 09:43

Comentário: Tudo lindo e maravilhoso, mas a prática parece uma utopia. Parafraseando uma certa professora, "somos analfabetos conscientes, ou seja, sabemos o que tem de errado e não mexemos um dedo". Vergonha...

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Nome: Geder P. Cominetti    16/01/2008 09:20

Comentário: Muito bom! A população tem que se mobilizar, dizer NÃO ao que vem conra os princípios da plena democracia e contra a toda forma de iludir o povo. Chega de acharmos e aceitarmos o que nossos "representantes" fazem e aprontam estar certo, muito pelo contrário, vamos estar atentos, acompanhar, fiscalizar as ações e corrigi-las em tempo, como foi o caso da CPMF, A PRESSÃO DO POVO F COM QUE TOMASSEM VERGONHA N CARA E DERRUBASSEM

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Nome: Luiz Gaulia    16/10/2007 15:29

Comentário: A educação, a livre iniciativa e o empreendedorismo são as alavancas para a geração de riquezas, trabalho e de progresso de um país. A Rede Empresarial está de parabéns por incentivar o debate político sobre o futuro do Brasil. O preço da liberdade é a eterna vigilância.

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Orientações

A Rede Empresarial, apartidária, prioriza o debate democrático, com respeito à divergência de idéias e liberdade de expressão.

Para que todos tenham oportunidade de expor seus pontos de vista. dentro de princípios éticos, seguem algumas orientações:

1) Não será permitido nenhum tipo de campanha, seja partidária ou comercial;

2) Não serão tolerados textos com teor pornográfico ou que sejam ofensivos a qualquer participante;

3) Todos os textos serão de responsabilidade dos seus respectivos emitentes;

4) Os administradores do site têm autonomia para retirar do ar qualquer opinião que fuja do contexto ético e democrático do debate.

 

 

 

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