Debate da Semana - Rede Empresarial
Debate da Semana
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No último debate, a maioria dos participantes manifestou-se contra a proposta de voto em lista fechada. Há, porém, muitas pessoas favoráveis a este mecanismo, e com bons argumentos. No governo, os defensores da proposta em lista fechada sugerem como alternativa um sistema flexível, no qual os eleitores poderiam votar duas vezes para o legislativo, uma na lista e outra no nome de um candidato, permitindo ao eleitor mudar a ordem da lista. Na sua opinião, haveria alguma vantagem desse modelo em relação ao atual?


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Nome: ROBSON    25/10/2008 20:41

Comentário: TOMEM TUDO NO RABO ESSE MONTE DE ANALFABETOS IMBECIL FILA DA PUTA QUE DESTROEM O PAIS VENDENDO SEU VOTO...E TEM MUIIIIIIITAAAAAAAA GENTE QUE VENDE MESMO POR ATE 1 REAL.

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Nome: Maria Ângela Moreira    31/07/2008 18:31

Comentário: Olá! Votar é consenso íntimo e particular ... democracia é consenso de idéias de um povo ... lista fechada me parece autocrático demais ... lista fechada + voto ao candidato, TALVEZ viesse a resolver alguns problemas, como o financiamento dos candidatos ... fiscalização da Justiça Eleitoral ... acaba com o troca-troca de partidos ... E ...se acaba com reeleições, se favorece novos líderes ... se estimula a cidadania e a democracia ... que venha a reforma política!

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Nome: Victor C Barbosa    31/07/2008 16:38

Comentário: Sou contra o voto em lista fechada, acho que deviamos poder escolher o candidato que melhor julgamos, como mais preparado para exercer o mandato, independente de partido e não em grupos aonde os interesses são feitos em acordos de cumpadres. Para mim a lista fecha vai dar mais chance para o continuismo dos maus políticos. A reforma pólitica tem que cobrar do candidato ética responsabilidade, e comprometimento com o eleitor, e punir os maus políticos.

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Nome: Conselho Brasil-Nação    31/07/2008 16:23

Comentário: Não vemos vantagem do modelo proposto. Em que pese não poder ser feita comparação com o modelo atual. O atual é dos piores, que é o voto proporcional. Essa aparente flexibilização denota apenas a não existência de uma estratégia para a formulação da estrutura política. Já disse Sêneca (Séc. I d.C) "Se o homem não sabe a que porto se dirige nenhum vento lhe será favorável.". É o caso, quando não se tem o objetivo de construir regime democrático pleno e acreditar que ele seja o veículo mais sábio para as decisões nacionais, sejam as de âmbito municipal, estadual ou federal, põe-se o Congresso Nacional a aceitar essas propostas que no fundo são contribuições para a montagem de uma "colcha de retalhos". Nosso esforço é no sentido de que as pessoas esclarecidas, para posterior e conseqüente divulgação de decisões sábias, ponham-se a trabalhar por projetos conseqüentes para significar soluções duradouras de aplicação ao longo de algumas décadas, capazes de formar nova cultura política das futuras gerações, como temos divulgado em nosso site: www.conselhobrasilnacao.com.br. Fora disso, é "enxugar gelo".

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Nome: Jayme    31/07/2008 14:49

Comentário: Como desconheço os critérios para composição da lista fechada, em princípío sou contra, porque deve inibir a renovação de candidatos, que é a grande necessidade atualmente.

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Nome: Reinaldo    31/07/2008 09:52

Comentário: É um absurdo, devemos sim por em pratica a verdadeira DEMOCRACIA, os mais votados são os eleitos e não POR LEGENDA, agrande manipulação politica não está nas Pessoas POLITICAS, mas sim nos PARTIDOS POLITICOS.

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Nome: Waldemar Baggio    30/07/2008 15:40

Comentário: Não vejo nenhuma mudança nesta proposta. Obviamente que vou votar na lista onde está o candidato que vou votar. Me parece que apenas vai complicar o ato de votar. O Congresso precisa legislar sobre fidelidade partidária, alterar a imunidade parlamentar, o foro privilegiado, a penalidade para o parlamentar que renuncia ao mandato para escapar a cassação, a penalidade aos magistrados que comercializam sentenças que hoje são aposentados e vão para casa recebendo salário integral. Quanto aos parlamentares que sejam em menor numero e eleitos por voto distrital.

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Nome: Luiz Cláudio Mehl    30/07/2008 14:34

Comentário: O processo democratico exige clareza e a pratica continuada de procedimentos, para possibilitar o entendimento do eleitor. Depois de maturado, o processo admite aperfeicoamentos que no entanto, dependem da consolidacao dos propositos partidarios, o que ate aqui esta longe de acontecer.

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Nome: Luiz Kulchetscki    30/07/2008 13:40

Comentário: Prezados senhores e brasileiros como eu...espero que minhas palavras de alguma forma ecoe os sentimentos de muitos de nós: primeiramente falemos do óbvio: existe algum brasileiro esclarecido que acredita no sistema estabelecido, isto é, judiciário, executivo e legislativo? Vivemos no modelo brasileiro simplesmente o caos!!! O judiciário é simplesmente um amontoado de interesses de juizes e desembargadores como temos visto diariamente na mídia! Alguém de nós confia na justiça vinda dessas cabeças de juizes e desembargadores que estão mais para o lado dos bandidos do que para os cidadãos que vivem ou pelo menos procuram viver decentemente? Falemos o óbvio, "eles" não julgam no interesse da sociedade...e para mim isto está bastante claro, o pior de tudo é que nós pagamos para manter esse sistema simplesmente nojento!!! E o que dizer do executivo e legislativo? Meses atrás, numa das edições da revista britânica The Economist trouxe uma reportagem sobre a disputa que resultou na eleição de Arlindo Chinaglia (PT-SP) para a presidência da Câmara. O título sintetiza o que países do primeiro mundo (infelizmente esse linguajar ainda prevalece!)pensam "do nosso país"(será que realmente é nosso?) o executivo e o legislativo brasileiro com a seguinte manchete: "Parlamento ou chiqueiro?" O subtítulo tratava de eliminar as dúvidas: "Uma campanha fracassada para limpar uma legislatura maculada". Na avaliação da revista, Chinaglia foi guindado a "um dos maiores e mais desregrados cargos, e presidir a Câmara dos Deputados do Congresso do Brasil foi um prêmio poderoso e muito valorizado.""A história irá julgar", anotava o texto, se Chinaglia "conseguirá restaurar a reputação da instituição, que está no fundo do poço." A julgar pelo conteúdo da notícia, The Economist achava que a resposta da historiografia seria totalmente negativa. A reportagem sustentava que Chinaglia prevaleceu sobre Aldo Rebelo (PCdoB-SP) numa disputa apertada -18 votos de dianteira-marcada pela perversão: "O toma-lá-dá-cá paroquiano venceu a ética." De resto, o texto rememora as dores éticas do primeiro reinado de Lula. Lembra que o presidente teve de jogar ao mar auxiliares de peso. Menciona especificamente o ex-chefão da Casa Civil, José Dirceu, acusado pelo Ministério Público de comandar "uma sofisticada organização criminosa". Fiz questão de lembrar isso para dizer o óbvio, que não poderemos jamais confiar no sistema presente e nas pessoas que estão liderando os maiores escalões "da República"...ou seja, legislativo, execuitvo e judiciário! Então o que fazer? A minha proposta é que essa proposta de modificação do atual sistema eleitoral nasça da sociedade civil organizada, por exemplo que se reunam técnicos e pessoas decentes que nutram verdadeiro espírito cívico e delineiem uma proposta para toda a sociedade brasileira (poder-se-ia começar sob o auspício da própria FIEP) e abra-se o debate para a participação popular e após isso crie-se mecanismos para apresentá-la no congresso nacional (com mais de um milhão de assinaturas como sugere a nossa carta magna) e submenta-se esta proposta a nação através de plebiscito...em minha opinião somente assim teremos algo que se aproxime da real necessidade da sociedade civil, caso contrário cairemos de novo na malha das quadrilhas que hoje estão dominando e liderando nosso país. Prof. Dr. Luiz Kulchetscki, Ph.D

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Nome: ILVO MERTZ    30/07/2008 13:36

Comentário: Os donos de partido sempre vão puxar para o lados deles, sou contra a proposta de lista fechada e quanto ao sistema flexível, só interessas a eles (donos de partido), eles sabem que para a maioria dos brasileiros já é díficil votar uma vez, imaginem duas. - Na minha opinião não haveria vantagem alguma, para nós eleitores, teria que haver uma mudança radical no modelo político e principalmente em alguns (ou maioria) dos políticos existente no Brasil.

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