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Debate da Semana

Em mais de 2 mil projetos de lei da Câmara, apenas um foi aprovado nesta legislatura (Veja detalhes). Muitos atribuem o fato às inúmeras medidas provisórias de interesse do governo que preenchem as sessões, entre elas o PAC e a CPMF. Qual a sua avaliação sobre esse papel do legislativo?


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Nome: Conselho Brasil-Nação    19/10/2007 10:27

Comentário: Este índice 1/2000 mede a produtividade da Câmara dos Deputados. Se os eleitores acompanham, podem constatar que um Projeto de Lei, como por exemplo a Lei das Pequenas e Médias Empresas, dispendeu 14 anos para sua aprovação. A Lei de Revisão do Cooperativismo já está em discussão (para não dizer engavetamento) há 13 anos. É fácil compreender a possibilidade de uma lei a ser votada já estar superada. Isso reflete a qualidade da administração pública, que nos leva à opinião emitida por Peter Drucker, o "papa" da administração americana, falecido há dois anos, que disse: "Não existe país subdesenvolvido, sim subgovernado". Isto é o que precisamos avaliar e tomar uma atitude se queremos legar às futuras gerações um país melhor. A mudança da qualidade da administração pública no Brasil depende a eleição de pessoas mais capazes.

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Nome: Jefson Pinheiro    18/10/2007 09:18

Comentário: Sobre os projetos: Provavelmente nao beneficia os politicos. Sobre o PAC: O governo lançou, mas o governo nao tem interesse. Sobre a CPMF: Tem que acabar, O Governo que faça uma licitaçao para abri cassino no nordeste onde nao se produz nada e cobre por isso das empresas instaladas. Tem outra soluçao: almento de imposto nos cigarros e bebidas. Mas porfavor acabe com esse "imposto provisorio".

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Nome: ARAILTO MIGUEL RUTHES    18/10/2007 09:11

Comentário: Bem, nós votamos para eleger nossos representantes no Legislativo (Camara e Senado). Essa delegação que demos foi para que eles criassem e aprimorassem nossas Leis. Eu e muitos brasileiros certamente não delegamos a eles fazerem o papel da "policia", fazerem investigações (CPI'S). Se eles se preocupassem um pouquinho com o povo e não com seus próprios interesses, acredito que teriam avançado muitos nas votações e criado Leis que realmente beneficiassem o povo.

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Nome: Maria Ângela Moreira    17/10/2007 18:17

Comentário: Olá! Parece que nâo adianta "espernear! Ou então, estamos assistindo muita novela , e achamos que apesar de corrupções, enganações ... nós teremos "The end feliz"... triste ilusão ... Pois é ... Sou do tempo, que medidas provisórias era um horror a ser combatido ... e, hoje existe MP de MP...rsrsss ... e, assim, não há tempo mesmo, para mais nada! Não adianta "espernear"! Nosso mundinho já está feito, pensado, e transformado ... é uma realidade natural, onde as Instituiçoes políticas, sociais e culturais , formam uma espécie de moldura de um quadro, onde no seu interior, nós existimos... (lembro que escutei ou li isso em algum lugar, ou tempo - não sei ... não é plágio, por favor) Maria Ângela

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Nome: António Komarcheuski Sobrinho    17/10/2007 17:53

Comentário: O legislativo não legisla. Em seu lugar o executivo edita, indiscriminadamente, medidas provisórias. Só falta o judiciário começar a governar o país! Cada um dos poderes, deixa de cumprir, ou cumpre mal suas funções. Ainda assim, entra na alçada, um do outro. Enquanto isso, nós não podemos fingir que vivemos, que empreendemos, que trabalhamos ? é a ficção, a demagogia, controlando a realidade. Durma com isso!? ? É bom mesmo, pois amanhã teremos que estar descansados para lutar novamente!

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Nome: Luiz Paulo Langaro    17/10/2007 17:46

Comentário: Senhores, legislar,votar e decidir as matérias de competência do LEGISLATIVO NÃO SÃO O OBJETIVO DO TRABALHO DOS DEPUTADOS E SENADORES? Então senhores TRABALHEM que a nação brasileira agradece. Sds Luiz Paulo.

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Nome: JOSÉ GENOLINO    17/10/2007 16:39

Comentário: Das mais de 2000 proposições apresentadas até 11 de outubro, a única que virou lei foi a do líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), que alterou a Lei nº 9.096, de 1995, para estabelecimento do critério de distribuição do Fundo Partidário. É uma vergonha. Fundo esse que usa o dinheiro público, do povo, do contribuinte para financiar suas campanhas; tem que acabar. Além do que arrecadam com os corruptores, sim, pois quem dá dinheiro pra políticos recebe em troca lá na frente, através das maracutaias que já conhecemos sobejamente. Os deputados e senadores seriam os legisladores e o executivo seria o executor. O que se vê é o executivo legislando e o legislativo (deputados e senadores) simplesmente assinando em baixo as MPs de interesse do Presidente e seus "aloprados". O legislativo e o executivo fazem na coisa pública o mesmo que fazem na privada... ACORDA BRASIL !!!

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Nome: JOSÉ GENOLINO    17/10/2007 16:39

Comentário: Das mais de 2000 proposições apresentadas até 11 de outubro, a única que virou lei foi a do líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), que alterou a Lei nº 9.096, de 1995, para estabelecimento do critério de distribuição do Fundo Partidário. É uma vergonha. Fundo esse que usa o dinheiro público, do povo, do contribuinte para financiar suas campanhas; tem que acabar. Além do que arrecadam com os corruptores, sim, pois quem dá dinheiro pra políticos recebe em troca lá na frente, através das maracutaias que já conhecemos sobejamente. Os deputados e senadores seriam os legisladores e o executivo seria o executor. O que se vê é o executivo legislando e o legislativo (deputados e senadores) simplesmente assinando em baixo as MPs de interesse do Presidente e seus "aloprados". O legislativo e o executivo fazem na coisa pública o mesmo que fazem na privada... ACORDA BRASIL !!!

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Nome: JOSÉ GENOLINO    17/10/2007 16:34

Comentário: Das mais de 2000 proposições apresentadas até 11 de outubro, a única que virou lei foi a do líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), que alterou a Lei nº 9.096, de 1995, para estabelecimento do critério de distribuição do Fundo Partidário. É uma vergonha. Fundo esse que usa o dinheiro público, do povo, do contribuinte para financiar suas campanhas; tem que acabar. Além do que arrecadam com os corruptores, sim, pois quem dá dinheiro pra políticos recebe em troca lá na frente, através das maracutaias que já conhecemos sobejamente. Os deputados e senadores seriam os legisladores e o executivo seria o executor. O que se vê é o executivo legislando e o legislativo (deputados e senadores) simplesmente assinando em baixo as MPs de interesse do Presidente e seus "aloprados". O legislativo e o executivo fazem na coisa pública o mesmo que fazem na privada... ACORDA BRASIL !!!

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Nome: JOSÉ GENOLINO    17/10/2007 16:33

Comentário: Das mais de 2000 proposições apresentadas até 11 de outubro, a única que virou lei foi a do líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), que alterou a Lei nº 9.096, de 1995, para estabelecimento do critério de distribuição do Fundo Partidário. É uma vergonha. Fundo esse que usa o dinheiro público, do povo, do contribuinte para financiar suas campanhas; tem que acabar. Além do que arrecadam com os corruptores, sim, pois quem dá dinheiro pra políticos recebe em troca lá na frente, através das maracutaias que já conhecemos sobejamente. Os deputados e senadores seriam os legisladores e o executivo seria o executor. O que se vê é o executivo legislando e o legislativo (deputados e senadores) simplesmente assinando em baixo as MPs de interesse do Presidente e seus "aloprados". O legislativo e o executivo fazem na coisa pública o mesmo que fazem na privada... ACORDA BRASIL !!!

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A Rede Empresarial, apartidária, prioriza o debate democrático, com respeito à divergência de idéias e liberdade de expressão.

Para que todos tenham oportunidade de expor seus pontos de vista. dentro de princípios éticos, seguem algumas orientações:

1) Não será permitido nenhum tipo de campanha, seja partidária ou comercial;

2) Não serão tolerados textos com teor pornográfico ou que sejam ofensivos a qualquer participante;

3) Todos os textos serão de responsabilidade dos seus respectivos emitentes;

4) Os administradores do site têm autonomia para retirar do ar qualquer opinião que fuja do contexto ético e democrático do debate.

 

 

 

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