Debate da semana - Rede Empresarial
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Debate da semana

Um dos pontos da reforma tributária proposta pelo governo é a mudança nas regras de cobrança do ICMS, principal tributo estadual. A intenção é passar a cobrança, que hoje é feita na origem (Estado em que se realiza a produção), para o destino (Estado onde se dá o consumo). Qual sua opinião sobre o assunto?
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Nome: Milton Pinheiro    19/11/2007 19:28

Comentário: Não entendi. Atualmente o icms é cobrado nos mercados consumidores em 33,63%. Os estados produtores são surrupiados, recebendo royalties de 2,2% para dividir com os municipios da margem do lago.

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Nome: Ester    15/03/2007 20:05

Comentário: É um assunto que deve ser muito bem elaborado , se querem mudar é porque não deve estar bem assim, alguem esta reclamando.

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Nome: Johny Henrique Magalhães Casado    10/03/2007 14:17

Comentário: TUDO O QUE FOR FEITO COM O INTUITO DE MELHORAR A ARRECADAÇÃO DO GOVERNO, SERÁ BEM VINDO, JA QUE A SONEGAÇÃO É UM DOS PRINCIPAIS ENTRAVES PARA QUEM REALMENTE TRABALHA SÉRIO NESTE PAÍS. ESPERAMOS AO MENOS QUE ESSA NÃO SEJA MAIS UMA ALTERNATIVA DE ELEVAR A CARGA TRIBUTÁRIA DESTE PAÍS.

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Nome: Harry Daijó    08/03/2007 22:20

Comentário: A fórmula de reduzir os tributos para desonerar os altos custos brasileiros teria que ser o principal objetivo de qualquer reforma. Como estamos, a sonegação é o caminho natural, pior, é a expulsão que o estado promove da cidadania no contexto fiscal. O elevado percentual tributário faz com que o Estado venha a ser o principal sócio do empresário, sempre recebendo em dinheiro, não aceitando qualquer "chequinho pré-datado". O problema da cobrança do ICMS, está no seu principal conceito que é a questão do fato gerador que deve ser bem estudado para não haver ainda mais distorções, principalmente na equitativa distribuição da renda e de benefícios à cidadania.

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Nome: Waldemar Baggio    08/03/2007 18:19

Comentário: Tenho pouco conhecimento tributário. Mas sair de um extremo (quem produz)para outro (quem consome)parece uma solução simplista.

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Nome: Luiz Carlos    08/03/2007 16:22

Comentário: O principal ponto que deve ser analisado nesta proposta, é o impacto direto que isso proporcionará ao preço final dos produtos comercializados. Seria este o melhor caminho?

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Nome: Ivo Gilberto Martins    08/03/2007 15:18

Comentário: Acredito que o sistema de cobrança do imposto deva ser misto.Não posso precisar percentualmente estes valores , mas entendo que devem ser feitas simulações para se verificar as perdas que possam ocorrer para alguns estados/municipios.Porem isto não resolvera nada se a guerra fiscal não acabar.

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Nome: Paulo Roberto Gutierrez    08/03/2007 12:57

Comentário: Estamos falando em reforma tributária e dentre os aspectos para mim considerados positivos como: melhor controle da sonegação, fim da guerra fiscal, entre outros, o maior destaque, sem dúvida, é a melhoria da arrecadação dos estados que produzem menos. (Afinal o imposto não é de produção, mas de circulação de mercadorias). É uma pena que esta discussão ainda fique restrito à legislação Federal e Estadual.Embora não entenda muito do assunto, como munícipe vejo que, na realidade, a ponta do consumo ocorre no município. Como os municípios (seus prefeitos e vereadores),ou os parlamentares (deputados estaduais eletos por seus municípios) estão vendo a questão?

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Nome: Nelson Strobel    08/03/2007 10:06

Comentário: Gostaria de ter acesso às opiniões dos participantes deste Fórum tanto sobre este assunto de hoje quanto aos demais assuntos tratados no Fórum. Grato. Nelson Strobel

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Nome: Moacir Antonio de Pauli    08/03/2007 09:09

Comentário: Qualquer mudança na forma de cobrança de tributos, deve ser executada de forma responsável precedida de estudos detalhados porque pode implicar em injustiças na arrecadação. é preciso sempre preservar o repasse de recursos às populações mais carentes.

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2) Não serão tolerados textos com teor pornográfico ou que sejam ofensivos a qualquer participante;

3) Todos os textos serão de responsabilidade dos seus respectivos emitentes;

4) Os administradores do site têm autonomia para retirar do ar qualquer opinião que fuja do contexto ético e democrático do debate.

 

 

 

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