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Debate da semana

Mais uma ação dos parlamentares macula a imagem da Câmara Federal: suplentes de deputados contrataram até 25 assessores em janeiro - mês de recesso e quase sem trabalho. A lei permite. Na sua opinião, esse argumento justifica?
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Nome: Marcio Morais    16/01/2007 08:46

Comentário: Bom dia A todos. Mais uma fez nós passamos por uma prática antiga no Brasil, em nome da Lei somos obrigado a aceitar este desmando político onde os parlamentares contratam alguns assessores que vão ganhar sem trabalhar o equivalente ao trabalho de um ano de 5 (cinco) trabalhadores que recebem o salário mínimo. Mas a culpa destes desmandos político e da maioria do povo brasileiro que mesmo sabendo da corrupção explicita na esfera política estadual e nacional ainda elege os mesmos representantes que participam desta festa. A tão esperada reforma política não houve e esta longe de ser conseguida isto é Brasi.

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Nome: Sergio Antonio Bork    16/01/2007 08:46

Comentário: Mais uma vergonha.É triste saber que essas pessoas mandam no Brasil e legislam em causa própria. Chegou a um nível tão grande de descaso que ter esperança em algum fato novo da sociedade é sonho.

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Nome: Djalma    16/01/2007 08:00

Comentário: É um traço da personalidade latino americana: "levar vantagem" - Individualismo, ambição, ganância, são avessos da solidariedade, do bom senso e da generosidade. O Estado está PODRE, então os poderes ignoram os compromissos éticos. Solução?!? - Trabalho de formiguinha, tentando exercitar a ética no nosso dia a dia, em casa, no trabalho, no trânsito, pois o que menos precisamos, é engrossar o caldo dos indignos. Não fraquejar nem se contaminar pela indecência política.

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Nome: Pedro Carmona Gallego    16/01/2007 00:58

Comentário: É realmente patético. Raciocínio do tipo "já que posso pegar um dinheirinho, extensivo aos amigos e parentes, por que não?"... é o fim da ética e da vergonha... parece que o dinheiro é deles, esquecem vem dos impostos pagos por todos os outros, ricos ou pobres, mas na maioria os honestos trabalhadores que deveriam ser defendidos pelo governo e pelo partido dos trabalhadores...

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Nome: Reinaldo Tadeu de Oliveira Rocha    16/01/2007 00:40

Comentário: Enquanto não for realizada a tão prometida reforma eleitoral, mas... uma reforma de fato!, vamos conviver com estes absurdos, este espólio do dinheiro da sociedade. Precisamos instituir o voto distrital misto, controle de gastos com as campanhas políticas (a nossa é uma das mais caras do mundo, o que facilita a corrupção, compra de votos, criação de currais eleitorais, etc...) É uma vergonha constatar que políticos que sequer ouvimos falar, venham à nossa região ou município, comprem alguns vereadores, que acabam comprando (através de cestas básicas, dentaduras, transporte, etc...) votos para estes políticos se elegerem, então...Eis os resultados! Fico de fato indignado e sinto-me impotente diante deste quadro. Reinaldo Tadeu de Oliveira Rocha

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Nome: Edvino Borkenhagen    15/01/2007 23:46

Comentário: É lei da Física: Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço no mesmo tempo. Se os titulares se ausentam e os suplentes assumem, das duas uma: ou os assessores dos titulares são dispensados, ou prestam serviços ao suplentes como se deles fossem assessores. Pagar aos titulares e aos suplentes, como parece ser o caso, já não é correto. Agora pagar para assessores de uns e de outros também, pior ainda. Se a lei permite é porque houve legisladores que assim decidiram. Geralmente o legislador não é o sujeito passivo (não ele quem paga a conta), por isso é fácil legislar algo dessa forma. O Judiciário poderia ser acionado para avaliar? Quem se mostraria disposto a contrariar a lei? Nós preferimos pagar, calados, e esperar que eles tenham consciência do que estão fazendo e façam as correções devidas, a tempo, antes que os eleitores façam a correção numa próxima oportunidade.

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Nome: ORLANDO HARADA    15/01/2007 22:17

Comentário: NÂO !!!!!!!!! Sob o ponto de vista legal, é possível. Mas ilegítimo, imoral, inaceitável, contrário à ética. O debate deveria se ater a execrar as excrecências "legais" votadas pelos "legítimos" representantes do povo. E criar mecanismos que evitem um Poder decidir vencimentos para si mesmos, num evidente conflito de interesses... Ou mecanismos que evitem cruzamentos de benesses para evitar a ilegalidade e/ou imoralidade na conduta... Em suma, o fato pode suscitar um debate sobre padrões de conduta eticamente aceitáveis e mobilizar brasileiros que ainda acreditam em normas e padrões como diretrizes da defesa do bem coletivo, e dar um basta ao individualismo tendencioso e inescrupuloso que impera em nossa elite governante. Em toda mazela há algo de útil. James Baldwin já dizia que " nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado. Mas, nada pode ser modificado até que seja enfrentado".

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Nome: Nelson    15/01/2007 22:05

Comentário: Com certeza, qualquer despesa, independentemente sob que rubrica, deve ter a sua previsão legal (juridica), e a contabilidade deve registrar atos legais; outro aspecto é o embasamento ético, moral dessa despesa. Quando a lei em questão foi proposta, veio também uma justificativa e acho que não constaram os motivos que hoje poderiam ser usados para justificar o nossos parlamentares estão fazendo, com seus fabulosos "trenszinhos da alegria". A "Côrte de Brasília" é realmente um mundo á parte.

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Nome: jose augusto soavinski    15/01/2007 22:00

Comentário: O povo não sabe a força que tem. Já tivemos um ensaio quando os parlamentares quiseram subir os seus salários a revelia e o povo fez uma parte só de protesto e os parlamentares, vendo que estavam na contramão dos fatos, retrocederam em seus objetivos.

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Nome: Marcos    15/01/2007 21:54

Comentário: A lei permite mas não deveria permitir. Elegemos os parmalemantares para fazerem a lei e eles fazem isto. A mudança será lenta até aprimorarmos a democracia. Como disse um empresário paulista, o caminho mais longo entre dois pontos é a democracia. Paciência (por que a eleição é de 4 em 4 anos) e ação (contestar, reclamar, exigir nossos direitos). Marcos

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