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Nome: José Ecio Pereira da Costa Jr    30/01/2007 10:00

Comentário: Li o artigo do Rocha Loures sobre o PAC e entendo que o mesmo é muito apropriado quando reconhece que se abre um novo espaço para o empresariado chegar até o governo. O que gostaria de comentar é que o aspecto de crescimento, já comprovado por vários economistas não monetaristas, passa sempre pelo enxugamento do Estado e pela melhoria da capacidade de poupança/investimento pública. É estranho que um PAC (programa tão alardeado do Governo) em momento nenhum fale do pedaço de esforço que caberia ao Estado no sentido de utilizar os recursos do crescimento do PIB a serem gerados para direcionar a investimentos e não ao aumento do GASTO Público. Deveríamos, empresários e executivos, começar a bater nesta tecla, de forma a ainda neste Governo começarmos a ter uma melhor gestão da coisa pública. Um abraço

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Nome: Moacir Moura    19/01/2007 15:53

Comentário: A Federação das Indústrias do Estado do Paraná precisa aproveitar a oportunidade para defender uma causa importante que interessa a todos, independente de partido político, filosofia ou qualquer conotação familiar. Pela primeira vez estamos diante da oportunidade de eleger um cidadão paranaense para ocupar o segundo cargo mais importante da República e o terceiro na ordem da sucessão presidencial. Trata-se do Deputado Gustavo Freut, candidato a presidente da Câmara dos Deputados. Entidades empresariais, governo e os nossos políticos deveriam abraçar essa causa com determinação. Se eleito, e tem condições para tal, será o Paraná que estará destacando-se no cenário nacional. Moacir Moura Diretor Executivo do SIMPEP

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Nome: helio vachanski    28/12/2006 04:35

Comentário: JÁ QUE TODOS NOS FALAMOS A MESMA LINGUA, SERIA POLITICAMENTE PRODUTIVA A UNIÃO ENTRE TODOS, ATRAVES DE UM ENCONTRO ENTRE INTER-CLASSES, ONDE TODOS DEIXARIAM REGISTRADA SUAS MANIFESTAÇÕES, E APOS UM BOM DEBATE EM COMUM ACORDO QUANTO AO CAMINHO A SEGUIR, E ATRAVES DE UM REPRESENTANTE POR TODOS DESIGNADO. PROCEDER-SE ENTÃO A EXECUTAR AS MEDIDAS CABIVEIS DENTRO DA ORDEM E DA LEI.

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Nome: Domingos Santos Ribeiro    27/12/2006 11:31

Comentário: No comentário 49, onde se lê:sem assumir a nossa parcela, leia-se: sem deixar de assumir a nossa parcela...

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Nome: Domingos Santos Ribeiro    27/12/2006 11:28

Comentário: Com muita frequência, nos vemos discutindo corrupção, impunidade, ineficiências mil verificadas no aparelho do Estado. Discordo da idéia de que políticos são corruptos pois supostamente o povo também o é. Sem generalizar contra os políticos e tampouco sem assumir a nossa parcela como povo, em alguns momentos da nossa história, tivemos populistas que "davam" tudo o que o povo precisava; depois o regime militar que fazia as coisas parecerem funcionar sem as nossas opiniões e hoje temos a democracia que achamos que deva ser construída pelos outros(o vizinho, o professor do filho, o colega do sindicato, o vereador do bairro, o seu fulano, o seu beltrano etc). Democracia requer participação, a sociedade organizada precisa fazer a sua parte no jogo. Todas as vezes que ficarmos parados esperando que nos sirvam, estaremos sempre nos sujeitando aos paladares alheios. Enquanto nós não fizermos as devidas e justas contrapressões para que os eleitos não se afastem de suas plataformas, de suas responsabilidades, de suas pastas,infelizmente estaremos fadados a assistir os noticiários com mais do mesmo, ou seja, corrupção, impunidade e caos na educação, nos aeroportos, nas estradas, na saúde e com alarmantes índices de criminalidade e desemprego. A questão da IMPUNIDADE é tão séria que diversos eleitos buscam cargos para tão somente se protegerem atrás da I M U N I D A D E aumentando seus tentáculos e por vezes impedindo que projetos e recursos cheguem ao bom destino. A nossa participação ativa e consciente é fundamental.

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Nome: Roberto S.Karam    21/12/2006 18:11

Comentário: Louvável o texto sobre as manifestações no País todo contra o aumento dos congressistas (centrais sindicais, organizações tantas). Por que nao citar também a manifestaçao ocorrida aqui em Curitiba, em frente ao Teatro Guaíra, por ocasião da diplomação dos mesmos?

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Nome: Cleverson V. Andreoli    06/12/2006 17:26

Comentário: Prezados Assim como a maioria dos brasileiros considero a carga tributária incompatível com os serviços públicos prestados. Obvimente necessitamos de uma reforma tributária, contudo esta reforma não terá sentido sem uma readequação dos gastos públicos. Os princípios que devem nortear a reforma é a ampliação da base de pagadores de imposto e a instituição de sistemas automatizados de cobrança, que tem um custo operacional menor e evitam burocracia e corrupção. Considerando estes princípios um dos melhores sistemas de cobrança de impostos no pais é a CPMF, que com um pequeno percentual é capaz de proporcionar um grande montante de recursos, sem a participação de fiscais. Além disso este imposto gera uma base de dados, qeu desde que bem utilizada, pode ser um poderoso instrumento para combate a sonegação.

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Nome: Wilson Alves do Prado    05/12/2006 11:13

Comentário: Considerando que o avanço de nossa país deve, inevitavelmente,passar pela criação de inovações científicas; a discussão sobre investimetos no ensino superior é inevitável. Esta claro que as políticas adotadas para o ensino superior são, via de regra, equivocadas.As consequências são previsíveis, mas o direcionamento errado permanece. Aparentemente, isso se deve aos interesses e influências de empresários do ensino superior. Este filme já se passou com o segundo grau. O ensino público de segundo grau era excelente. Sua excelência vinha das boas estruturas e bons salários dos professores. O que aconteceu nesta área todos os bens informados sabem. É claro que um pais subdesenvolvido (=emergente)como o nosso não consegue oferecer uma universidade particular nos moldes das americanas. Assim, a lenta e escamoteada privatização do ensino superior só servirá aos proprietários de universidades, posto que lucro e boa qualidade (pensar, criar, encontrar o novo)são coisas inpossíveis em nosso pais (é muito caro). O custo seria tão alto, que apenas alguns conseguiriam estudar em tais escolas. Para sobreviverem, as escolas particulares escolheram o caminho mas fácil (aumentar número de vagas e diminuir o valor da mensalidade para atingir os valores de lucros planejados). A coisa chegou a tal ponto que o governo com a conversa mole do PROUNI transfere dinheiro do estado para a iniciativa privada. Considerando que a falta de vagas nas estruturas públicas do ensino superior é uma conseguência de falta de investimento pelo estado, optar por caminhos simplistas (transferir para o privado)deixará o ensino superior capenga. Em outras palavras pulverizar os investimentos no ensino superior é burrice. Distribuir diploma para agradar os papais é outra palhaçada. O que o país precisa é de gente competente, mas competência é gerada pela competitividade. No caso da universidades, a competitivade não pode estar nos preços (isto tem consequências gravissímas)das mensalidades. Posto isto, acho que dá para iniciar uma discussão (tenho mais a dizer nesta área)

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Nome: Claudenir Felix da Silva    05/12/2006 09:51

Comentário: 1 - Os crimes (de qualquer origem) são praticados pelas pessoas, porque os politicos tem ïmunidade. Creio que deveria ter maneiras de ser liberado pela mesa diretora do Senado e ou Camara de Deputados a continuidade de processos, após anlise criteriosa das denuncias. E se condenados deveria ser automático sua casassão de parlamentar. 2 - E todas as votações devem ser "abertas". O Senadores, Deputados Federais, Estaduais e Vereadores tem cargos publicos...Porque suas decições não?

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Nome: Maria Helena De Mari    04/12/2006 18:52

Comentário: Na qualidade de vice-presidente da BPW - Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Curitiba, gostaria de sugerir para 2007, um evento que congregasse mulheres de várias entidades representativas, tendo como escopo o fortalecimento e maior participação da mulher na política. Atenciosamente Maria Helena De Mari

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Projeto de autoria do Governo estadual altera a alíquota do ICMS no Paraná. O texto reduz de 18% para 12% o percentual do imposto de 95 mil itens e aumenta em 2% a alíquota da energia, telecomunicações, gasolina, bebidas e cigarros. Qual a sua posição?


Contra

A favor






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