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18/04/2012

Novas Oportunidades para o Navipeças no Paraná

Companhia petrolífera líder na América Latina quer investir no Porto de Antonina

Empresários argentinos da companhia petrolífera Repsol, uma das dez maiores empresas energéticas do mundo e a maior companhia privada do setor na América Latina, visitaram nesta quarta-feira (7) os portos de Paranaguá e Antonina. A intenção é instalar no Paraná uma fábrica de plataformas de petróleo que atenda a Petrobrás na exploração do petróleo em alto mar, além da criação de um porto naval para reparo de navios e rebocadores. 

A localização geográfica e a infraestrutura do terminal portuário de Antonina foram destacadas pelo grupo como “extremamente favoráveis para o desenvolvimento dos projetos”. Segundo o gerente de fábrica da Repsol, Ariel Pozzi, uma avaliação detalhada das características gerais do porto paranaense será feita nos próximos meses e as considerações iniciais são bastante positivas. “Estamos animados para fechar esta parceria e aproveitar todo o potencial que foi apresentado”, afirma Pozzi. 

Estimativas da companhia apontam que, somente na fábrica de plataformas petrolíferas, sejam gerados 700 empregos diretos. “É uma atividade de longo prazo, para a produção de navios plataformas que atuam em alto mar na retirada de petróleo da camada pré-sal”, disse o diretor da empresa Bueno Engenharia, Avelino Bueno, que acompanha o grupo argentino. 

Segundo o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Mario Lobo Filho, a fábrica deve criar benefícios para a comunidade local. “Calcula-se que para cada emprego direto são criados, em média, até três empregos indiretos. Além disso, é necessário que a mão de obra contratada seja especializada, o que significa melhores rendimentos e mais recursos dos setores público e privado para qualificação profissional”.

Para o diretor empresarial da Appa, João Batista dos Santos, que iniciou as conversas com a companhia sul-americana, os impactos na economia serão positivos para todo o estado. “Além de benefícios para toda a comunidade do Litoral, a vinda desta gigante no setor de energia garante investimentos em tecnologia, logística e infraestrutura. Sem contar que gera receitas importantes que podem ser revertidas em saúde, educação e no bem estar dos paranaenses”, destaca. 

PRÉ-SAL- de acordo com a Petrobras, “o Pré-Sal na Geologia do Petróleo no Brasil é de uma unidade de rocha reservatório de composição calcária ligada a ações microbianas (os microbiolitos), posicionada sob espessa camada de sal localizada na porção distal das bacias de Santos e Campos; subjacentes a ela estão as rochas geradoras, folhelhos ricos em matéria orgânica acumulados na fase lacustre. A camada de sal funciona com um selo. Tem-se neste caso, um exemplo ideal para a acumulação de óleo e gás natural, com o contato direto da rocha geradora com reservatório e este recoberto por sal, um dos selos eficientes”.

Para explorar a camada Pré-Sal, o Brasil usa o modelo de concessão, pelo qual promove um leilão inicial e a empresa concessionária que vencê-lo torna-se proprietária da reserva de petróleo e/ou gás natural. Neste caso, as empresas têm de pagar bônus e royalties. Atualmente, os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo recebem a maioria destas receitas.

Fonte:  AENOTICIAS, 08/07/2010

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