Curitiba, 23 de julho de 2008
 
     
 
 

Nesta segunda-feira (21) os articuladores da Rede de Participação Política do Empresariado em Ponta Grossa estiveram reunidos com o objetivo de detalhar os primeiros passos de uma ação que pretendem desenvolver em comemoração ao dia da árvore – 21 de setembro. O evento deverá ter a colaboração do meio empresarial, órgãos públicos, sociedade civil e crianças do ensino municipal. O local para o plantio de árvores nativas já foi escolhido: será nas Vilas Santana e Barreto.

 
 

Um em cada seis municípios brasileiros é dominado por eleitores analfabetos ou que nunca freqüentaram uma sala de aula. A estimativa levantada pela Folha de S.Paulo, com base nos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que esta situação foi verificada em 16,8% - 936 – das cidades onde haverá eleições municipais neste ano. Nestas localidades, mais da metade dos eleitores se declarou analfabeta.

 
 

Estimativas divulgadas pela Justiça Eleitoral no Paraná revelam que o perfil médio do candidato paranaense é do sexo masculino, casado, agricultor, com ensino médio completo e idade entre 45 e 59 anos.

 
 

Em 17 cidades no Estado as disputas para prefeitura já estão praticamente decididas. Nelas foram contabilizados apenas um candidato a prefeito. A identificação dos municípios foi feita pela Folha de Londrina com base nos dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Os municípios representam 4,26% do total no Paraná e apresentam uma característica em comum: são encabeçadas por chapas da situação – 70% pelo atual prefeito.

 
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O governo federal está disposto a retomar o tema da reforma política. No entanto, insiste na sua velha proposta de lista fechada combinada com fidelidade partidária e financiamento público de campanha. Até agora, porém, não conseguiu responder algumas perguntas fundamentais. Como a adoção do voto em lista fechada pode impedir que as próprias direções dos partidos organizem seus caixas 2 para eleger seus preferidos na lista (ou seja, os que foram colocados nos primeiros lugares na lista)? Como o financiamento público pode evitar que o candidato (ou o partido) pratique o chamado caixa 2 (que hoje já é ilegal)? Como evitar que os candidatos (ou os partidos) peguem o dinheiro público (financiamento legal) e, além disso, continuem arrecadando ilegalmente dinheiro privado ou desviando dinheiro público para financiar suas campanhas? E como evitar que os caciques partidários tenham um poder ainda maior do que já têm hoje (agora com mais dinheiro ainda) se forem aprovadas as propostas de voto em lista fechada e pré-determinada e financiamento público de campanhas? A Rede de Participação Política do Empresariado está acompanhando o tema e abriu espaço para manifestações, a partir de um artigo de autoria do presidente da Fiep e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, Rodrigo da Rocha Loures. Clique aqui e veja o texto.

 
 
 
   
   
 
Empresários, representantes da academia, setor público e sociedade civil se reúnem na próxima terça e quarta-feira (29 e 30), em Curitiba, para dar continuidade ao Global Forum América Latina e transformar em ações práticas a reflexão sobre educação, negócios e sustentabilidade. O Call for Action (chamada para a ação) será um workshop, em que os participantes elaborarão estratégias e projetos para cada uma das 80 propostas provocativas sobre educação e sustentabilidade apresentadas no Global Forum, realizado de 18 a 20 de junho, em Curitiba. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site www.globalforum.com.br. O Global Forum – Call for Action é uma promoção do Sistema Fiep, por meio da Unindus, com apoio do Serviço Social da Indústria (Sesi), em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), Case Western Reserve University (EUA) e Instituto Ethos.
 
   
   
   
  Aparentemente, o governo insiste, na sua proposta de reforma política, em priorizar a reforma eleitoral das eleições proporcionais através da implantação do voto em lista fechada combinada com financiamento público exclusivo de campanha e fidelidade partidária. O eleitor, ao invés de votar no candidato, votará na legenda. Desse modo, os eleitos serão os primeiros da lista de candidatos numa ordem definida pelo partido. Os defensores dessa proposta dizem que ela será capaz de fortalecer a democracia, coibir a corrupção, fortalecer os partidos e proporcionar melhor governabilidade. Qual a sua opinião? Clique aqui e deixe o seu comentário.  
 

Nesta quinta-feira (24) serão realizados encontros preparatórios para o lançamento do Movimento das Cidades pela Educação Básica em outras duas localidades do Paraná: Londrina e Maringá. Estarão reunidos representantes dos mais diversos segmentos dessas comunidades, para serem informados detalhadamente sobre o propósito do movimento, a fim de que mobilizem as pessoas para os eventos que serão agendados para o mês de agosto. Esta é também uma das ações prioritárias que contarão com participação de integrantes dos núcleos de articulação da Rede Empresarial.

 
 

O Movimento das Cidades pela Educação Básica já foi lançado em Apucarana, Paranavaí, Ponta Grossa e Paranaguá. Dia 14 de agosto será lançado em Pato Branco.

 
 

Um levantamento de dados e metas estabelecidas para cada região onde o Movimento já foi lançado está sendo feito pelo comitê articulador em Curitiba. O resultado poderá ser conferido em breve através da página www.cidadespelaeducacao.org.br

 
 

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) divulgou nesta terça-feira (22) a lista de candidatos a prefeito e vice-prefeito das 26 capitais brasileiras com pendências na Justiça. Dos 350 candidatos, 15 têm a ‘ficha suja’. Entre eles aparecem Marta Suplicy (PT) e Paulo Maluf (PP), ambos candidatos à prefeitura de São Paulo. O levantamento foi baseado em processos a partir do Ministério Público e ações de improbidade administrativa. O órgão pretende complementar os dados com os nomes dos vereadores e prefeitos dos demais municípios brasileiros até o final de agosto. Para ver a lista completa, clique aqui.

 
 

De acordo com o presidente da Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Antonio Palocci (PT-SP), a proposta pode ser votada antes mesmo do primeiro turno das eleições. O parlamentar disse que irá convocar os membros da comissão para votar o relatório do deputado Sandro Mabel (PR-GO) 15 dias antes da apreciação em plenário.

 
 
 
 
Boletim informativo semanal da Rede de Participação Política do Empresariado
Gestão de Comunicação Social: Luiz Henrique Weber. Coordenação da Rede Empresarial: José Marinho. Diagramação: Flávio A. Ribeiro.