Curitiba, 20 de fevereiro de 2008
 
     
 
 

O analista Político Augusto de Franco ministra a oficina “Uma Nova Política”, em Ponta Grossa, nesta quinta-feira (21). A oficina, promovida pela Rede de Participação Política em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (ACIPG), tem o objetivo de promover uma discussão sobre o envolvimento do empresariado e da comunidade nas questões políticas do país e da região. O evento é aberto a toda comunidade e será realizado no auditório do Sesi, às 19h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do telefone (42) 3219-5014 ou pelo e-mail floriza.valerio@fiepr.org.br

 
 

O núcleo de articulação da Rede Empresarial em Londrina está a todo vapor. Nesta terça (19), os integrantes fizeram nova reunião para avaliar os resultados de uma visita feita anteriormente ao Jardim Novo Amparo, onde será implantado o projeto político de desenvolvimento local. Além do envolvimento com este projeto, o núcleo está tratando também do encaminhamento de outras ações de participação política na cidade.

 
 

Será dia 1º de março o Seminário Visão do Futuro, que deflagrará a implantação do projeto de desenvolvimento do Jardim Santos Andrade, em Curitiba. O grupo que compõe o comitê do projeto está em contato com lideranças da localidade para acertar a participação delas no evento que vai planejar ações a serem implementadas.

 
 

No dia 8 de março será a vez de Jacarezinho realizar o Seminário Visão do Futuro. Os moradores (e trabalhadores) do centro da cidade estão sendo convidados a participar do evento para tratar do desenvolvimento da região.

 
 

Nesta quarta(20) será realizada a leitura do requerimento de instalação para a CPI que irá investigar o uso dos cartões corporativos no governo. Após, líderes partidários terão que indicar membros para a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). Oposicionistas protocolaram nesta terça (19) um pedido para criação de uma segunda CPI, ao mesmo tempo no Senado, já que governistas sinalizam que o sistema a ser adotado na escolha dos membros para a CPI mista será definido de acordo com o tamanho das bancadas.

 

A Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades (CMDC), realizada em Porto Alegre na última semana, foi espaço de grande importância para a Rede Empresarial apresentar suas propostas e iniciativas voltadas a estimular a sociedade a participar continuamente da política. Afinal, o evento reuniu mais de 7 mil pessoas, durante quatro dias, e as redes sociais foram destacadas por autoridades no assunto de diversas nacionalidades. O presidente da Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, conduziu um evento específico para apresentar a Rede. Ele expôs as diversas ações, como, por exemplo, o curso de formação política a distância “Democracia, Redes Sociais e Sustentabilidade” e o Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Eleitos. Rocha Loures destacou a pertinência de o setor empresarial ser mais atuante e adotar a responsabilidade política em prol do desenvolvimento. Segundo o presidente da Fiep, até mesmo os debates virtuais propostos pela Rede servem como um importante instrumento para ele próprio embasar idéias e propostas que são levadas a discussões empresariais e governamentais. “A Rede é um instrumento efetivo e de competência para subsidiar posicionamentos que uma instituição deve ter”.

 
   
 
 
 
   
   
  Grande destaque da Conferência, Rodrigo da Rocha Loures lançou o projeto “Movimento das Cidades pela Educação Básica”, uma das principais bandeiras para nortear ações do Sistema Fiep em 2008. A proposta, que foi tema de uma grande oficina na CMDC, tem o objetivo de promover uma mobilização nacional para que ações efetivas para a melhoria do sistema público de ensino aconteçam. “A idéia é fazermos esta mobilização nas cidades usando o período eleitoral deste ano para comprometer os candidatos com novas metas para o ensino público”, comentou.  
   
   
   
 
Mais de R$17 bilhões foram repassados nos últimos oitos anos para Ongs no país. Criada há cinco meses, a CPI que investiga a aplicação do dinheiro aponta indícios de que verbas destinadas não chegaram ao seu destino. Reportagem da Revista Época desta semana revela que parte dos R$4,6 milhões repassados a uma Ong ligada ao PT em Goiás, por exemplo, pode ter sido desviada. Qual sua opinião? Clique aqui e faça seu comentário.
 
 

Além do escândalo das últimas semanas com o mau uso dos cartões corporativos no governo federal, outro exemplo de má fiscalização do dinheiro público reaparece nos repasses para Ongs no país. Reportagem da Revista Veja desta semana aponta que parte dos R$4,6 milhões destinados para o Instituto Nacional de Formação e Assessoria Sindical (Ifas) teria sido desviado.

 
 

O Ifas, localizado em Goiânia (GO), é ligado ao movimento sindical, à questão agrária e ao PT. Entre os seus fundadores está o ex-tesoureiro do PT e um dos principais envolvidos com o esquema do mensalão no Congresso, Delúbio Soares.

 
 

Um convênio de R$7 milhões foi assinado com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mas até o momento o Ifas não conseguiu provar como gastou o dinheiro. A CPI das Ongs, criada há cinco meses, que investiga a aplicação dos recursos federais, aponta indícios de que verbas repassadas não chegaram ao seu destino. Em oito anos, mais de R$17 bilhões foram destinados para Ongs no país.

 
 

O relatório final do Orçamento 2008 foi entregue na tarde desta terça-feira (19) à Comissão Mista de Orçamento. Vários cortes são propostos pelo relator, deputado José Pimentel (PT-CE), para compensar a perda de R$38 bilhões com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

 
 

A proposta petista deve provocar o cancelamento de concursos públicos e reajustes salariais por meio de um corte de R$3,56 bilhões em pessoal. Outros cortes sugerem R$6,84 bilhões em custeio e mais R$2 bilhões em investimentos. A proposta de salário mínimo em R$412,40 foi mantida. Já para a saúde, os recursos serão de R$48,4 bilhões. O deputado sugeriu cortes de R$12,4 para os três poderes: Judiciário em R$740 milhões; Legislativo com R$310 milhões e o maior corte destinado seria no Poder Executivo, através de R$11,35 bilhões. O Ministério Público terá R$70 milhões a menos em 2008. No entanto, o montante destinado à emendas parlamentares subiu de R$10,15 bilhões para R$10,55 bilhões.

 
 
 
 
Boletim informativo semanal da Rede de Participação Política do Empresariado
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