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analista Político Augusto de Franco ministra
a oficina “Uma Nova Política”,
em Ponta Grossa, nesta quinta-feira (21). A
oficina, promovida pela Rede de Participação
Política em parceria com a Associação
Comercial e Industrial de Ponta Grossa (ACIPG),
tem o objetivo de promover uma discussão
sobre o envolvimento do empresariado e da comunidade
nas questões políticas do país
e da região. O evento é aberto
a toda comunidade e será realizado no
auditório do Sesi, às 19h30. As
inscrições são gratuitas
e podem ser feitas através do telefone
(42) 3219-5014 ou pelo e-mail floriza.valerio@fiepr.org.br |
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núcleo de articulação da
Rede Empresarial em Londrina está a todo
vapor. Nesta terça (19), os integrantes
fizeram nova reunião para avaliar os
resultados de uma visita feita anteriormente
ao Jardim Novo Amparo, onde será implantado
o projeto político de desenvolvimento
local. Além do envolvimento com este
projeto, o núcleo está tratando
também do encaminhamento de outras ações
de participação política
na cidade. |
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Será
dia 1º de março o Seminário
Visão do Futuro, que deflagrará
a implantação do projeto de desenvolvimento
do Jardim Santos Andrade, em Curitiba. O grupo
que compõe o comitê do projeto
está em contato com lideranças
da localidade para acertar a participação
delas no evento que vai planejar ações
a serem implementadas. |
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No
dia 8 de março será a vez de Jacarezinho
realizar o Seminário Visão do
Futuro. Os moradores (e trabalhadores) do centro
da cidade estão sendo convidados a participar
do evento para tratar do desenvolvimento da
região. |
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Nesta quarta(20) será realizada a leitura
do requerimento de instalação
para a CPI que irá investigar o uso dos
cartões corporativos no governo. Após,
líderes partidários terão
que indicar membros para a Comissão Parlamentar
Mista de Inquérito (CPMI). Oposicionistas
protocolaram nesta terça (19) um pedido
para criação de uma segunda CPI,
ao mesmo tempo no Senado, já que governistas
sinalizam que o sistema a ser adotado na escolha
dos membros para a CPI mista será definido
de acordo com o tamanho das bancadas.
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A Conferência
Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades (CMDC),
realizada em Porto Alegre na última semana,
foi espaço de grande importância
para a Rede Empresarial apresentar suas propostas
e iniciativas voltadas a estimular a sociedade
a participar continuamente da política.
Afinal, o evento reuniu mais de 7 mil pessoas,
durante quatro dias, e as redes sociais foram
destacadas por autoridades no assunto de diversas
nacionalidades. O presidente da Fiep, Rodrigo
da Rocha Loures, conduziu um evento específico
para apresentar a Rede. Ele expôs as diversas
ações, como, por exemplo, o curso
de formação política a
distância “Democracia, Redes Sociais
e Sustentabilidade” e o Sistema de Monitoramento
e Avaliação dos Eleitos. Rocha
Loures destacou a pertinência de o setor
empresarial ser mais atuante e adotar a responsabilidade
política em prol do desenvolvimento.
Segundo o presidente da Fiep, até mesmo
os debates virtuais propostos pela Rede servem
como um importante instrumento para ele próprio
embasar idéias e propostas que são
levadas a discussões empresariais e governamentais.
“A Rede é um instrumento efetivo
e de competência para subsidiar posicionamentos
que uma instituição deve ter”. |
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Grande
destaque da Conferência, Rodrigo da Rocha
Loures lançou o projeto “Movimento
das Cidades pela Educação Básica”,
uma das principais bandeiras para nortear ações
do Sistema Fiep em 2008. A proposta, que foi tema
de uma grande oficina na CMDC, tem o objetivo
de promover uma mobilização nacional
para que ações efetivas para a melhoria
do sistema público de ensino aconteçam.
“A idéia é fazermos esta mobilização
nas cidades usando o período eleitoral
deste ano para comprometer os candidatos com novas
metas para o ensino público”, comentou. |
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Mais
de R$17 bilhões foram repassados nos
últimos oitos anos para Ongs no país.
Criada há cinco meses, a CPI que investiga
a aplicação do dinheiro aponta
indícios de que verbas destinadas não
chegaram ao seu destino. Reportagem da Revista
Época desta semana revela que parte dos
R$4,6 milhões repassados a uma Ong ligada
ao PT em Goiás, por exemplo, pode ter
sido desviada. Qual sua opinião? Clique
aqui
e faça seu comentário. |
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Além
do escândalo das últimas
semanas com o mau uso dos cartões
corporativos no governo federal, outro
exemplo de má fiscalização
do dinheiro público reaparece nos
repasses para Ongs no país. Reportagem
da Revista Veja desta semana aponta que
parte dos R$4,6 milhões destinados
para o Instituto Nacional de Formação
e Assessoria Sindical (Ifas) teria sido
desviado. |
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Ifas, localizado em Goiânia (GO),
é ligado ao movimento sindical,
à questão agrária
e ao PT. Entre os seus fundadores está
o ex-tesoureiro do PT e um dos principais
envolvidos com o esquema do mensalão
no Congresso, Delúbio Soares. |
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Um
convênio de R$7 milhões foi
assinado com o Instituto Nacional de Colonização
e Reforma Agrária (Incra), mas
até o momento o Ifas não
conseguiu provar como gastou o dinheiro.
A CPI das Ongs, criada há cinco
meses, que investiga a aplicação
dos recursos federais, aponta indícios
de que verbas repassadas não chegaram
ao seu destino. Em oito anos, mais de
R$17 bilhões foram destinados para
Ongs no país. |
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O
relatório final do Orçamento
2008 foi entregue na tarde desta terça-feira
(19) à Comissão Mista de
Orçamento. Vários cortes
são propostos pelo relator, deputado
José Pimentel (PT-CE), para compensar
a perda de R$38 bilhões com o fim
da Contribuição Provisória
sobre Movimentação Financeira
(CPMF). |
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A
proposta petista deve provocar o cancelamento
de concursos públicos e reajustes
salariais por meio de um corte de R$3,56
bilhões em pessoal. Outros cortes
sugerem R$6,84 bilhões em custeio
e mais R$2 bilhões em investimentos.
A proposta de salário mínimo
em R$412,40 foi mantida. Já para
a saúde, os recursos serão
de R$48,4 bilhões. O deputado sugeriu
cortes de R$12,4 para os três poderes:
Judiciário em R$740 milhões;
Legislativo com R$310 milhões e
o maior corte destinado seria no Poder
Executivo, através de R$11,35 bilhões.
O Ministério Público terá
R$70 milhões a menos em 2008. No
entanto, o montante destinado à
emendas parlamentares subiu de R$10,15
bilhões para R$10,55 bilhões. |
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