Curitiba, 09 de julho de 2008
 
     
 
 

O núcleo de articulação da Rede de Participação Política do Empresariado em Ponta Grossa foi apresentado oficialmente à imprensa local na última quinta-feira (3). Uma coletiva realizada na coordenadoria da Fiep marcou a apresentação dos resultados do primeiro trimestre de trabalhos.

 
 

Entre as ações, o núcleo levou, no início de junho, 150 crianças ao campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), para plantar árvores nativas. A próxima ação nos Campos Gerais já está sendo programada: os articuladores pretendem promover a solidariedade e contribuir, com doações de lençóis, fronhas e camisolas para hospitais públicos da cidade, carentes destes utensílios.

 
 

A ação pretende envolver costureiras voluntárias das comunidades onde os articulares estão implantando o Projeto Político de Desenvolvimento das Cidades do Paraná, nas Vilas Santana e Barreto e no Jardim Paraíso. “Queremos estimular a cidadania por parte do empresariado local que deverá ser nosso parceiro nessa ação de voluntariado”, antecipa o coordenador regional da Fiep, Laerte Bittencourt Filho.

 
 

Sob forte lobby dos beneficiados, vereadores de Londrina aprovaram na última quinta-feira (3), em primeiro e segundo turno, um projeto de lei que altera o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) de setores do funcionalismo público municipal. Caso sancionado pelo Executivo, as emendas aprovadas propõe adicionais salariais que vão de 40 a 90%.

 
 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na semana passada o projeto de lei que regulamenta a cassação de mandato por troca de partido. A proposta, que segue para o plenário, abre uma janela de 30 dias a cada mandato para que o político eleito mude de legenda antes de se candidatar a um novo pleito.

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O Movimento das Cidades pela Educação Básica será lançado em Paranaguá, nesta quinta-feira (10), reunindo as comunidades da região do litoral e de parte da Região Metropolitana de Curitiba, com o propósito de mobilizar as pessoas em torno de ações concretas para melhorar a qualidade do ensino nos municípios. A iniciativa, que já foi lançada em Apucarana, Paranavaí e Ponta Grossa, foi apresentada inicialmente pelo presidente da Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, em Porto Alegre, durante a Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades (CMDC), no início deste ano. O movimento ganhou a adesão de outras instituições de representação, como a Fecomércio, Faciap, Associação Comercial do Paraná, Fetranspar, Ocepar e Faep e está mobilizando prefeitos, Conselho Estadual de Educação, órgãos do governo, empresários e sociedade em geral, todos dispostos a contribuir. O lançamento em Paranaguá será das 13h30 às 18 horas, na Escola Municipal Nascimento Júnior - Rua Capibaribe s/nº - Jardim Guaraituba.

 
   
   
   
 
Nesta terça-feira (8) foi realizada em Ponta Grossa a primeira reunião do comitê articulador do Movimento das Cidades pela Educação Básica na região. A secretária municipal de Educação, Zélia Maria Lopes Marochi, apresentou o Plano Municipal de Educação, que será levado nesta quarta-feira (9) à Câmara de Vereadores. O projeto contempla diversos pontos que vêm de encontro com as metas estabelecidas pelo comitê para atuação do Movimento. Os integrantes se comprometeram a acompanhar a efetivação e transformação do projeto em lei para o município. Uma das estratégias definidas é a construção, num próximo encontro, marcado para a próxima segunda-feira (14), de um plano de mídia. A intenção é atrair meios de comunicação para ampliar as participações e disseminar as idéias do movimento que depende, exclusivamente, dos moradores das cidades em que é implantado. A reunião também servirá para o comitê definir as próximas ações do Movimento na região.
 
   
   
   
  A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta terça-feira (8) uma proposição, que reúne 21 projetos, de diversos partidos, que trata da inelegibilidade de candidatos a cargos eletivos. A proposta proíbe a participação nas eleições de pessoas que tenham condenação na Justiça, em qualquer instância. A matéria pode ser votada em plenário nesta quarta-feira (9). Caso aprovada, no Senado e na Câmara, e sancionada pelo presidente Lula, a proposta entra em vigor a partir de 2010. O texto também proíbe que deputados e senadores renunciem para manter os direitos políticos em processos por quebra de decoro parlamentar. A renúncia levará a inelegibilidade por oito anos.  
     
   
 

Em 2007, mais de R$ 76 milhões foram gastos com cartão corporativo, uma média mensal de R$6,35 milhões. Após o escândalo no governo federal do mau uso dos cartões de crédito, houve uma redução em 44% nas despesas – R$2,8 milhões. Desde o final de maio, foram gastos R$17, 8 milhões, uma média de R$3,57 milhões por mês. No entanto, a Controladoria-Geral da União (CGU) estima que a partir deste mês de julho ocorra novo crescimento na utilização dos cartões, já que as chamadas contas do tipo B foram extintas no último mês.

 
 

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta terça-feira (8), 17 pessoas como resultado das investigações da Operação Satiagraha, de suposto esquema de desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro. Dentre os presos, estão o sócio-fundador do grupo Opportunity, Daniel Dantas, o investidor Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta. No total, foram expedidos 24 mandados de prisão.

 
 

As investigações começaram em 2004 e tiveram desdobramentos após o escândalo do mensalão. Os detidos na operação deverão ser indiciados pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, evasão de divididas e sonegação fiscal. Celso Pitta é acusado de ser dono de uma conta bancária no exterior e de ser cliente de operações de câmbio irregulares feitas por Nahas.

 
 

Segundo a PF, a quadrilha mantinha dois núcleos principais. Um deles seria comandado por Daniel Dantas, que teria se beneficiado de recursos públicos, desviados pelos operadores do mensalão. Empresas de fachada teriam sido montadas para o desvio das verbas. O segundo grupo, formado por empresários e doleiros, atuava no mercado financeiro para a lavagem de dinheiro, onde estaria envolvido o ex-prefeito de São Paulo.

 
 

Os deputados federais candidatos nas eleições municipais gastaram, de janeiro até junho deste ano, mais de R$ 6,4 milhões com a verba indenizatória. Apenas dois dos 89 que disputam cargos de prefeito e vice deixaram de usar os recursos que podem ter turbinado suas campanhas. O TCU admite não ter condições de controle detalhado sobre as despesas. Qual a sua opinião? Clique aqui e deixe o seu comentário.

 
 
 
 
Boletim informativo semanal da Rede de Participação Política do Empresariado
Gestão de Comunicação Social: Luiz Henrique Weber. Coordenação da Rede Empresarial: José Marinho. Diagramação: Flávio A. Ribeiro.