Curitiba, 19 de setembro de 2007
 
     
 
 

O grupo de estudos do núcleo de articulação da Rede Empresarial em Curitiba e Região Metropolitana fez nova reunião nesta terça-feira (18). Os participantes estudaram os capítulos 4 e 5 da apostila do curso Política, Redes Sociais e Democracia, iniciado no primeiro semestre e que prossegue, à distância, até dezembro. O encontro contou com a presença do prefeito de Itaperuçu, Osmário Bonfim (PPS), que demonstrou interesse na conectividade entre o município e a Rede. Ele disse que sua gestão é baseada em projetos e colocou à disposição o Conselho da Cidade.

 

 
 

Três dos maiores colégios eleitorais do Paraná – Curitiba, Londrina e Ponta Grossa - podem ganhar mais um vereador na bancada nas próximas eleições municipais de 2008. A medida pode ocorrer se os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) forem confirmados. As vagas na Câmara aumentam de acordo com o aumento populacional. Curitiba que é o maior colégio do estado e o sétimo do país, com 1.223.249 milhão de eleitores, pode passar de 38 para 39 vereadores.

 
 

Conforme a Folha de S.Paulo, o governo Lula gastou um valor bem mais acima da renda do país – quase 18,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Dos R$ 232 bilhões gastos em 2002, o aumento passou para R$ 468 bilhões neste ano. O principal fator apontado foi a Previdência Social e a política de aumentos do salário mínimo. O impulso constatado a partir de 2005, apontado pelo jornal, coincide com a melhora nas condições econômicas e a piora das condições de sustentação política do governo após o escândalo do mensalão.

 
 

O ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia, pode ser denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, o que está gerando grande apreensão no governo. A acusação seria uma suposta participação de Mares Guia no esquema que arrecadava dinheiro, em 1998, para a campanha à reeleição do então governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (PSDB) – atualmente senador.

 

A proposta de prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) pode ser aprovada ainda na noite desta quarta-feira (19), em primeiro turno, na Câmara dos Deputados. O governo exigiu agilidade e os parlamentares destrancaram a pauta de votações durante esta madrugada, revogando duas MPs. A intenção é votar a CPMF sem alterações para que seja encaminhada ao Senado. Porém, nesta Casa o projeto deverá enfrentar grandes barreiras pela oposição. A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), apontada como relatora, antecipou sua posição contrária à prorrogação e disse que seu parecer irá propor a extinção do tributo. A Rede de Participação Política do Empresariado realizou uma consulta com os 30 deputados paranaenses na Câmara Federal sobre o posicionamento deles a respeito da proposta que prorroga a CPMF. 10 dizem votar contra, 2 afirmam ser favoráveis ao governo e cinco optaram por não se manifestar sobre o assunto. Os demais não responderam à consulta. Confira os votos.

 
 
 
   
  A análise do segundo processo por decoro parlamentar contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi adiada para a próxima quarta-feira (26) pelo Conselho de Ética da Casa. A votação, prevista para esta quarta (19), foi adiada, conforme o presidente do Conselho, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), devido à reunião da Mesa Diretora nesta quinta, onde será decidido o encaminhamento de uma quarta representação contra o senador. No caso previsto para o dia 26, Renan é acusado de tráfico de influência para facilitar a instalação da cervejaria Schincariol em Alagoas. Mas ainda não é certeza, porque o PT está propondo a unificação de todos os processos contra o presidente do Senado para apreciação de uma só vez pelo Conselho. Ao que tudo indica, isso não interessaria ao senador.  
 

O “mensalão mineiro” – que teve a participação do empresário Marcos Valério – segundo a Polícia Federal, foi o que teria originado o escândalo do mensalão no governo Lula, com arrecadação de mais de R$100 milhões através de desvio público e de estatais.

 
 

Mais de 22 mil assinaturas pedindo o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) foram coletadas neste último sábado em seis cidades do estado – Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel e Pato Branco – pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). A campanha continua até o final deste mês, quando um documento com o abaixo-assinado será encaminhado ao Congresso.

 
 

"A CPMF não agrega nada à economia. Os R$ 36 bilhões que o governo arrecada deveriam ficar no bolso do trabalhador, do empresário para gerar emprego, consumo e impostos legítimos. Se este imposto for tirado, teremos 700 mil empregos no Brasil no ano que vem", disse o vice-presidente da Fiep e coordenador do movimento em Curitiba, Hélio Bampi. Até esta terça-feira (18) já eram quase 28.500 pessoas que aderiram ao movimento. Para participar clique aqui.

 
 

Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator do projeto que pede o fim do voto secreto no Senado, antecipou que manterá o sigilo em alguns casos no que se refere à guerra, segurança nacional e eleições para ministros do Supremo Tribunal Federal. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) deve voltar a ser discutida nesta semana, justamente após a absolvição do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), por quebra de decoro parlamentar em sessão secreta.

 
 

Consulta do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da FGV, indica que 45% da cúpula do governo para os cargos de confiança são ocupados por sindicalizados e filiados ao PT. Na sua opinião, qual o reflexo dessa situação na administração pública? Clique aqui e faça seu comentário.

 
 
 
 
Boletim informativo semanal da Rede de Participação Política do Empresariado
Gestão de Comunicação e Marketing: Luiz Henrique Weber. Coordenação de Comunicação Social: Silvio Lohmann.
Coordenação operacional da Rede Empresarial:
José Marinho. Diagramação: Flávio A. Ribeiro.