Curitiba, 16 de maio de 2007
 
     
 
 
   

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou nesta terça-feira (15), em tempo recorde, o aumento salarial de 28,5% para deputados, senadores, presidente da República, vice-presidente e ministros. O projeto, já aprovado pela Câmara, chegou para ser analisado na CAE há apenas cinco dias, mas já foi incluído na pauta desta terça-feira.

 

 
 
 
   

Pelo projeto os salários dos parlamentares passa de R$ 12.847 para R$ 16.512,09. O do presidente da República subirá de R$ 8.885 para R$ 11.420; dos ministros e do vice-presidente de R$ 8.362 para R$ 10.748,43. Para virar lei, o projeto ainda precisa ser analisado pelo plenário do Senado.

 
 
 
   

Os legislativos do Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Sul indicaram que vão aplicar o mesmo reajuste a seus subsídios, já que os deputados estaduais podem ganhar até 75% do que recebem os deputados federais.

 
 
 
   

Depois do adiamento, o Senado marcou para esta quinta-feira (17) a sessão de instalação da CPI. Por conta da intensa pauta de votações no plenário do Senado, trancada por 14 medidas provisórias, o senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-ex-PFL-BA) propôs a mudança. As investigações da comissão devem ocorrer paralelamente aos trabalhos da CPI instalada na Câmara dos Deputados --criada por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal). A diferença é que o governo tem maioria na comissão da Câmara. Já no Senado, a oposição tem maioria.

 
 
 
   

Além da CPI do Apagão Aéreo, o Senado também deve instalar nesta semana a investigação das ONGs. Só o PT e o PR não indicaram nomes para esta CPI, que terá como foco os repasses de dinheiro público feitos para organizações não-governamentais. A oposição suspeita de repasses irregulares do governo para favorecer ONGs ligadas ao PT de 2003 a 2006.

 
 
     

A Rede de Participação Política do Empresariado conclui esta primeira etapa da série de encontros regionais no Paraná com a 10ª edição nos dia 24 e 25 de maio, em Jacarezinho, cidade que integra o núcleo do Norte Pioneiro. Os encontros tiveram início no dia 13 de fevereiro em Curitiba e, desde então, já aconteceram em Londrina, Maringá, Cascavel, Pato Branco, Paranavaí, Campo Mourão, Guarapuava e Ponta Grossa, encampando participantes em mais de 70 municípios. Até o momento, a palestra, que acontece no primeiro dia dos encontros, reuniu um público de aproximadamente 700 pessoas, que puderam conhecer em detalhes o planejamento da Rede para o biênio 2007-2008, com destaque para o lançamento do Projeto de Desenvolvimento Político das Cidades. Já o curso “Política, Redes Sociais e Democracia”, que acontece durante dois dias, contou com mais de 300 participantes. Tanto o curso quanto a palestra acontecem em Jacarezinho na Associação Comercial e Empresarial da cidade (Rua Dr. Heráclio Gomes, 732 – Centro). Inscrições e mais informações pelo e-mail: rede.empresarial@fiepr.org.br.

 
     
     
   
     
   
     
  Entre o início de 2003 e fevereiro de 2007, a Câmara gastou R$ 13,5 milhões com 72 parlamentares que não estavam no exercício do mandato, mas ocupando o cargo de ministro de Estado ou de secretário estadual ou municipal. Como os vencimentos no Executivo são inferiores ao do Legislativo, os licenciados trocam de função, mas não abrem mão do salário de deputado (R$ 12,8 mil na legislatura passada). Na prática, a Câmara passa a pagar dois salários para cada uma dessas cadeiras, já que as vagas são preenchidas por suplentes. Os dados fazem parte de levantamento divulgado nesta segunda (14) pelo Correio Braziliense.  
 
     
 
     
 

Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas aponta que 205 (73%) de 280 parlamentares entrevistados acreditam que os desvios de conduta praticados no Congresso são resultados de influência do sistema de "barganha e negociações". Os outros (21%) atribuem esses desvios a fatores de ordem pessoal. E você, o que pensa sobre o assunto? Não deixe de dar sua opinião no site da Rede.

 
 
 
 

O presidente Lula concedeu nesta terça-feira (15) a primeira entrevista coletiva do atual mandato. Foi a segunda entrevista no formato desde 2003. Ele respondeu a 15 perguntas de jornalistas sobre temas livres.

 
 
 
   

Ele afirmou que o câmbio continuará flutuante e que o governo precisa de medidas para melhorar a competitividade das empresas prejudicadas pelo câmbio. Lula, no entanto, não deu prazo para essas medidas.

 
 
 
   

Lula refutou qualquer manobra parlamentar para dar a ele a possibilidade de se candidatar para um terceiro mandato em 2010. O presidente defendeu o fim da reeleição com mandato de cinco anos.

 
 
 
   

De acordo com Lula, a base aliada terá um candidato de consenso em 2010, que não será, necessariamente, do PT, partido ao qual é filiado.

 
 
 
   

Lula afirmou que a questão da segurança pública não é o foco principal do governo federal. Segundo o presidente o governo federal só entra quando é pedido.

 
 
 
   

O presidente voltou a agradecer ao Congresso pelas votações, e pediu, agora, empenho de seus aliados para a votação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) e da CPMF. Para Lula, “em sã consciência” todo mundo sabe que nenhum governo pode viver sem essas contribuições.

 
 
 
   

O presidente disse que, no governo dele, não permitirá que o país fique sujeito a um novo apagão de energia elétrica e afirmou que brevemente ocorrerão as licitações para as hidrelétricas do Rio Madeira, principal projeto do PAC.

 
 
 
 
Boletim informativo semanal da Rede de Participação Política do Empresariado
Gestão de Comunicação e Marketing: Luiz Henrique Weber. Coordenação de Comunicação Social: Silvio Lohmann.
Coordenação operacional da Rede Empresarial:
José Marinho. Diagramação: Flávio A. Ribeiro.