Curitiba, 15 de agosto de 2007
 
     
 
 

Acontece na noite desta quarta-feira (15) o 4º encontro dos participantes que integram o núcleo de Curitiba da Rede de Participação Política do Empresariado. No encontro será dado prosseguimento ao curso “Política, Redes Sociais e Democracia” e continuidade ao Projeto Político de Desenvolvimento das Cidades do Paraná.

 

 
 

Durante o curso do Projeto Político de Desenvolvimento das Cidades do Paraná, realizado no final de junho em Guaratuba, foram apresentadas idéias de possíveis projetos pilotos que serão analisados pelo grupo para a implantação em Curitiba e Região Metropolitana.

 
 

Nesta quinta-feira (16) o Corregedor do Senador, Romeu Tuma (DEM-SP) vai estar em Alagoas para ouvir o depoimento do usineiro João Lyra, envolvido nas acusações contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O senador é investigado após denúncia da revista Veja nesta última semana, em usar “laranjas” para obter sociedade no grupo JR Radiodifusão. Renan teria investido R$ 1,3 milhão em dinheiro não declarado para compra da empresa de comunicação em sociedade com Lyra. Também nesta quinta, a Mesa Diretora do Senado analisa representação feita pelo PSDB e DEM para que o Conselho de Ética investigue o caso.

 
 

Após aprovação da fidelidade partidária, outros itens do projeto de reforma política devem ser analisados nesta quarta-feira (15) no Congresso. Em pauta, as emendas à Constituição para Voto Aberto e Fundo de Participação dos municípios. PDT e PR defendem a realização de um plebiscito no que se refere à alteração no sistema de voto em vigor no país, seja para distrital ou distrital misto. PT e DEM apóiam emenda que estabelece financiamento público de campanha para cargos majoritários – prefeito, governador, senador e para presidente.

 

A reforma política, um dos temas mais debatidos no Congresso Federal, enfim obteve êxito em um dos itens que integram o projeto de lei 1210/07. A fidelidade partidária foi aprovada pela Câmara no final da noite desta terça-feira (14). O projeto de lei – que permite trocas de sigla até 30 de setembro deste ano –, aprovado por 292 votos a 34, ainda pode ter alterações devido a emendas que ficaram pendentes e prevê que os parlamentares terão apenas um mês para trocar de partido. Após eleito, a espera será de quase três anos para mudar novamente de legenda. A regra se torna válida tanto para os poderes Executivo como Legislativo.
Para se tornar lei, a fidelidade partidária ainda será submetida à aprovação no Senado, e, depois, à sanção do presidente da República. Os partidos ainda poderão entrar junto à Justiça Eleitoral com pedido de cassação dos mandatos de partidários que se desligarem da legenda, após terem sido eleitos através dela.

 
 
 
   
  A discussão em torno da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) está em andamento na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) desde esta terça-feira (14). Este é o primeiro passo para que o imposto provisório seja encaminhado para votação no Congresso e futura prorrogação até 2011. Várias campanhas contra a CPMF estão acontecendo simultaneamente no país. A campanha “Mais Brasil Menos Impostos”, articulada pelos presidentes das Federações das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures, e de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, vem ganhando grande representatividade. O abaixo-assinado virtual encampado já se aproxima de 1 milhão de assinaturas. Exerça seus direitos. Clique aqui e participe.  
   
   
   
 

A Justiça Eleitoral determinou a cassação de 157 prefeitos nos últimos três anos. São acusados de abuso de poder econômico, entre outros crimes. Deste total, em 48 municípios foram realizadas novas eleições. Em outros casos, os prefeitos mantêm-se no cargo por meio de liminares. Qual a sua avaliação, considerando as eleições municipais de 2008? Clique aqui e faça seu comentário.

 
 

Leis Orgânicas de Ministérios Públicos de seis estados brasileiros - AM, BA, MA, MS, SP e TO - aumentam o número de autoridades que possuem foro privilegiado, ou seja, que podem apenas ser investigadas por corregedores-gerais de Justiça, na área cível. Somente em SP, o número de beneficiados com a medida chega a pelo menos 4.200. O desentendimento entre MP e Legislativos estaduais em Minas Gerais gira em torno de um projeto de Lei Complementar (PLC 17/07) que aumenta o número de autoridades com foro privilegiado. O governador Aécio Neves (PSDB) havia vetado, mas a proposta foi validada pela Assembléia Legislativa nesta última semana.

 
 

Cerca de 260 mil pessoas podem passar de prestadores de serviços para funcionários públicos em breve, sem ao menos terem prestado concurso público. A votação para o projeto de emenda à Constituição foi anunciada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP) nesta segunda-feira (13).

 
 

O projeto prevê estabilidade para aproximadamente 60 mil funcionários contratados sem concurso entre os anos de 1983 e 1988 – PEC 54/1999, elaborada pelo ex-deputado Celso Giglio –, além de emendas que determinam a contratação de 200 mil servidores temporários nos Estados, municípios e governo – PEC 2/2003, proposta pelo deputado Zenaldo Coutinho (PSDB – PA).

 
 

As emendas podem entrar na pauta de votação antes mesmo da discussão em torno do projeto de reforma política. Porém, conforme publicado pelo Congresso em Foco, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia tem poucas chances de ser aprovada. O líder do DEM, Lorenzoni (RS) tem o mesmo parecer afirmando que a Constituição de 1988 firmou o princípio do concurso para a contratação de funcionários públicos.

 
 
 
 
Boletim informativo semanal da Rede de Participação Política do Empresariado
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