Curitiba, 11 de abril de 2007
 
     
 
 
   

O governo federal irá finalizar nos próximos dias o texto de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) para prorrogar a vigência da cobrança da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) por mais quatro anos, até o final de 2011 --ela deixa de vigorar em dezembro. O texto da emenda irá manter a alíquota da contribuição em 0,38% por operação.

 

 
 
 
   

Em contrapartida o governo vai isentar da CPMF os empréstimos feitos no sistema financeiro por pessoas físicas e jurídicas. A medida foi divulgada nesta terça-feira (10) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, ainda não há uma definição se essa desoneração será feita de uma única vez ou se a alíquota da contribuição será reduzida gradativamente nos próximos três anos, a partir de 2008.

 
 
 
   

“Toda a vez que eu falo com um empresário individualmente, ele me diz coisas como ‘ minha empresa cresce 30% , está bombando´. Mas quando se juntam uns dez, começam a dizer que o governo precisa baixar os juros, os impostos. Como se não fizessem parte disso. (...) Quando eles viram as costas e vou olhar na minha telinha, vejo coisas como recordes de exportação”, presidente Luís Inácio Lula da Silva, durante a abertura da Automec, feira da indústria de autopeças, nesta segunda-feira (9), em São Paulo.

 
 
 
   

Em reunião nesta terça-feira (10), os líderes dos partidos na Câmara decidiram acabar com as sessões deliberativas às segundas-feiras. Nessas sessões, ocorrem, por exemplo, as votações em plenário e são registradas as presenças dos deputados na Casa para efeito de pagamento dos próprios salários. Para compensar definiram que realizarão votações nas terças pela manhã, além das que já são feitas na tarde desse mesmo dia da semana.

 
 
 
   

A medida provisória 339/06, que regulamenta a criação do Fundo de Educação Básica (Fundeb), um dos principais projetos do governo Lula, foi aprovada nesta terça-feira (10) na Câmara. A essência do Fundeb não mudou. As emendas apenas favorecem o seu aperfeiçoamento e estruturação, com a implementação, por exemplo, de medidas de fiscalização e controle do fundo que envolvem a sociedade civil, além de garantir maior repasse de recursos da União.

 
 
 
   

Os deputados do PR concederam, nesta terça-feira (10), um aumento linear de 8,5% na tabela dos salários mínimos a serem pagos para categorias sem convenção coletiva no estado. O novo piso regional (que varia de R$ 462 a R$ 475, dependendo da categoria) fica de 21% a 25% maior que o salário mínimo nacional (R$ 380), e começa a vigorar a partir de 1.º de maio.

 
 
     

Mais de 300 pessoas participaram na noite de terça-feira (10) do encontro promovido pela Rede Empresarial em Paranavaí, no noroeste do Paraná. O evento, realizado no Teatro Municipal, reuniu empresários, lideranças políticas, representantes de governos, integrantes de movimentos populares e estudantes de toda a região. Eles conheceram o planejamento da Rede para o biênio 2007-2008, com destaque para o Projeto de Desenvolvimento das Cidades do Paraná. Este projeto sugere a promoção do desenvolvimento a partir dos componentes políticos locais, sintetizados por um pacto pela democracia. O encontro foi aberto pelo vice-presidente e coordenador regional da Fiep em Paranavaí, José Carlos Beckhauser, que aproveitou para destacar a importância da articulação política da sociedade para o desenvolvimento do país. Além do evento público, a Rede promove simultaneamente em Paranavaí o curso Política, Redes Sociais e Democracia, que começou terça (10) e termina hoje (11), na Associação Comercial e Empresarial da cidade (Aciap). O próximo encontro regional da Rede de Participação Política será no próximo dia 19, em Guarapuava. Dias 19 e 20 será realizado ali o curso de formação política. Clique aqui e confira as datas e endereços.

 
   
     
   
     
   
     
  Desta terça-feira (10) até quinta-feira (12), prefeitos de todo o país estão reunidos em Brasília com representantes do governo federal e do Congresso para pedir prioridade a uma série de reivindicações. A marcha reúne aproximadamente 3 mil prefeitos e representantes da maioria dos 5.562 municípios brasileiros.  
 
     
 
     
 

A Confederação Nacional dos Municípios elaborou uma a pauta prioritária de cinco pontos que visam aumentar o repasse das verbas federais. São eles: a definição de limites para os precatórios, o aumento no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o recebimento de mais recursos do Fundo da Educação Básica (Fundeb), a regulamentação da Emenda Constitucional 29/00, que trata do financiamento da saúde, e a conclusão da reforma tributária.

 
 
     
 
     
 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (10) que o governo vai aprovar o aumento em um ponto percentual no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), de 22,5% para 23,5%. Com a decisão, o total dos repasses de tributos federais para as prefeituras aumentará R$ 1,3 bilhão.

 
 
     
 
     
 

Amplamente defendida por diversos setores da sociedade, a reforma política ainda não está sendo discutida formalmente na Câmara dos Deputados porque faltam integrantes para composição do grupo de trabalho. De 20 vagas, apenas 7 foram preenchidas. Como você analisa esta situação? Clique aqui para dar sua opinião.

 
 
 
 

O governo federal foi avaliado de forma positiva por 49,5% da população, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (10) pela CNT/Sensus. Esse é o terceiro melhor índice do governo desde o início do primeiro mandato. Em janeiro de 2003, 56,6% dos entrevistados avaliaram positivamente o governo. Em maio de 2003, o índice foi registrado em 51,6%. A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 6 de abril com 2.300 pessoas em 136 municípios das cinco regiões do país. A margem de erro é de três pontos, para mais ou para menos.

 
 
 
   

Ainda segundo a pesquisa, 59% dos entrevistados nunca ouviram falar do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), enquanto 32,2% entrevistados têm conhecimento do programa. Deste total, 57,9% acreditam que o programa vai ajudar o Brasil a crescer.

 
 
 
   

Sobre a crise aérea, 82% dos entrevistados pela pesquisa CNT/Sensus disseram que têm conhecimento. Deste total, 25,8% opinaram que a responsabilidade é do governo federal. Outros 15,1% atribuem a crise áerea aos controladores de vôo, enquanto 10,9% culpam às companhias aéreas. Para 9,9% dos entrevistados, a Aeronáutica é responsável pela crise. E 9% disseram que a Infraero é a responsável.

 
 
 
   

O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, disse que até a próxima terça-feira (17) vai enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o seu parecer sobre a instalação da CPI do Apagão aéreo na Câmara. Nesta terça-feira (10), líderes da oposição fizeram uma visita ao procurador-geral para pedir agilidade no envio do parecer ao Supremo, que depende do documento enviado para votar a instalação da CPI no plenário do tribunal.

 
 
 
   

PSDB e DEM (ex-PFL) decidiram, nesta terça-feira (10), recolher assinaturas para a abertura de uma segunda CPI do caos aéreo, dessa vez no Senado. Para que a nova comissão seja instalada, é preciso obter o apoio de 27 dos 81 senadores. Somando-se os senadores tucanos (16) e os democratas (14), chega-se a 30, três a mais do que o necessário.

 
 
 
   

Formalmente, o requerimento de CPI protocolado na Câmara prevê apenas a apuração do caos que se instalou nos aeroportos depois da queda do Boeing da Gol, que matou 154 passageiros no ano passado. O pedido de CPI a ser encaminhado à Mesa do Senado incluirá, além do setor de controle de vôo, a investigação das denúncias de corrupção da Infraero e a análise do duopólio que resultou da compra da Varig pela Gol.

 
 
 
 
Boletim informativo semanal da Rede de Participação Política do Empresariado
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