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O
presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia
(PT-SP), disse que vai propor aos líderes
partidários que escolham as comissões
até a próxima quarta-feira (14).
"Para tanto, os líderes devem apresentar
nesse período os nomes de cada partido
para compor as comissões", disse.
O deputado afirmou que pretende instalar todas
as comissões temáticas da Casa
até o dia 16 de fevereiro, antes do carnaval. |

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Onze
comissões caberão ao superbloco
governista, seis caberão ao bloco PSDB-PFL-PPS
e três ficarão com o bloco formado
por PSB, PDT, PC do B e outros partidos menores.
Com a divisão sacramentada, os dois blocos
maiores deverão se dissolver em pouco
tempo. |
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O
interesse nas comissões se explica por
vários motivos: a projeção
do presidente, a prerrogativa de convidar e
até convocar ministros, a análise
dos projetos apresentados no Legislativo e o
direito de contratar funcionários comissionados. |
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Os
partidos da base aliada devem ocupar as melhores
posições. Pelos acertos iniciais,
caberá ao PMDB a comissão mais
cobiçada, a Comissão de Constituição
de Justiça (CCJ), por onde passam todos
os projetos de lei, independente do tema. |
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O
PT será o segundo partido a escolher
uma comissão e deverá optar pela
de Finanças e Tributação,
para a qual é cotado o ex-ministro da
Fazenda Antonio Palocci. |
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O
PSDB, beneficiado na eleição da
Mesa Diretora por uma negociação
com o PT que deu aos tucanos a primeira vice-presidência,
tinha firmado inicialmente um acordo para ficar
com a terceira escolha de comissão. No
entanto, como os planos mudaram durante a campanha
para a presidência da Câmara, com
o lançamento de um candidato tucano,
Gustavo Fruet (PR), o cumprimento desta parte
do compromisso terá de ser renegociado.
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Na
divisão entre os partidos, o PFL saiu
perdendo. Terá duas comissões
de menor destaque, porque ficou para trás
na ordem das escolhas. |
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A
Rede de Participação Política
do Empresariado inicia nesta terça-feira
(13) uma série de encontros regionais
no Paraná para apresentar o planejamento
de suas ações para o biênio
2007-2008. Entre as iniciativas está
o lançamento de um projeto para o desenvolvimento
das regiões baseado na participação
democrática da sociedade. Serão
nove eventos, para os quais estão sendo
convidados empresários, representantes
dos poderes legislativo, executivo e judiciário,
estudantes, lideranças e todos os interessados
– principalmente os eleitos em 2006, com
o intuito de aproximar a sociedade, governo
e legisladores, visando estimular a prática
de uma política fundamentada na democracia.
O primeiro encontro será em Curitiba
no dia 13 de fevereiro, encampando a região
metropolitana e litoral do Estado. De acordo
com o planejamento da Rede, será dado
destaque à formação de
base de desenvolvimento regional com a participação
democrática da sociedade. “Neste
sentido, o intuito do projeto é ensaiar,
de baixo para cima, elementos de uma nova institucionalidade
com vistas à conformação
de uma verdadeira comunidade política
inclusiva”, salienta o cientista político
Augusto de Franco, estudioso do sistema de redes
e que participará de todos os encontros
promovidos pelo movimento no Paraná.
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Encontros
com o mesmo formato (evento público
e curso de formação política)
serão realizados nas regiões
de Ponta Grossa, Londrina, Maringá,
Cascavel, Pato Branco, Guarapuava, Campo Mourão
e Paranavaí. Confira
aqui a programação completa.
Participe!
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Muitos
parlamentares não-reeleitos continuam
no meio político ocupando cargos no Executivo.
Alguns eleitos optam por aceitar funções
no governo, deixando a vaga para suplentes.
Qual sua opinião sobre estas práticas?
Não deixe de dar sua opinião entrando
no site www.redeempresarial.org.br
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Nenhum
dos governadores que assumiram os cargos em
janeiro deverá ter dificuldades para
aprovar projetos no Legislativo. Em todos os
estados, o presidente eleito da Assembléia
Legislativa (ou da Câmara Distrital, no
caso do Distrito Federal) é um aliado
do governador. |
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Na
maioria dos estados, a posse aconteceu em 1º
de fevereiro. O único estado em que,
até agora, os novos deputados ainda não
assumiram é São Paulo, o que deverá
acontecer somente em 15 de março. Mas
o governador José Serra (PSDB) não
deverá ter problemas - a tendência
é que o presidente da assembléia
seja um tucano. O mesmo já acontece em
seis estados, onde o presidente da assembléia
pertence ao mesmo partido do governador: Amazonas,
Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio
de Janeiro e Tocantins (PMDB) e na Paraíba
(PSDB). |
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Embora
tenha cinco governadores, o PT não fez
nenhum presidente de assembléia pelo
país. No entanto, o partido tem à
frente do Legislativo um deputado aliado nos
cinco estados em que governa (Acre, Pará,
Piauí, Bahia e Sergipe). |
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Apenas
um em cada três deputados compareceu na
primeira sessão ordinária da nova
legislatura da Câmara Federal. O painel
do plenário da Casa indicou a presença
de 142 (27,6%) dos 513 deputados empossados
na última quinta-feira (1º). |
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A
ausência em sessões não-deliberativas
não afeta o salário do parlamentar.
Dos R$ 12,8 mil recebidos pelos deputados, R$
8.029,5 variam de acordo com o comparecimento
às sessões nas quais há
votação. A regra foi criada por
meio do Decreto Legislativo nº7/1995. O
decreto, no entanto, permite o abono das faltas
nas sessões deliberativas por meio de
dois expedientes: a licença médica
e a chamada missão oficial autorizada.
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Atualmente,
a única maneira segura de saber o desempenho
de um deputado estadual do Paraná é
procurá-lo pessoalmente. Além
disso, não há dados sobre controle
de faltas, gastos, número de funcionários,
resultados de votações e posicionamento
quanto a projetos ou leis. As informações
resultaram de uma pesquisa feita pela Gazeta
do Povo durante a semana do dia 29/01 ao dia
02/02 com todos os parlamentares que compõem
a nova legislatura. |
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