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A
história, as ações e os
projetos da Rede de Participação
Política do Empresariado foram apresentados,
quinta-feira (25), a empresários e lideranças
dos municípios de Rio Negro, Quitandinha
e Campo do Tenente, na Região Metropolitana
de Curitiba (RMC). |

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Eventos
como o de Rio Negro serve para reforçar
o movimento, descentralizar e buscar a adesão
de mais participantes. A Rede está preparando
encontros regionais para todo o Paraná
- que serão realizados nas cidades onde
existem núcleos do movimento, a partir
de fevereiro. |
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O
primeiro encontro será em Curitiba, dia
13, às 19 horas, no Cietep. Estão
sendo convidados empresários, lideranças,
estudantes e todos os interessados. E, também,
os deputados eleitos em 2006 pela RMC. Será
apresentado o planejamento das ações
da Rede para o biênio 2007-2008, com destaque
para o Sistema de Avaliação e
Monitoramento dos Eleitos em 2006. |
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Dia
15 o encontro, com o mesmo formato, será
em Ponta Grossa. Depois, em datas a serem informadas
posteriormente, serão realizados eventos
em Londrina, Maringá, Paranavaí,
Cascavel, Campo Mourão, Pato Branco e
Guarapuava. |
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As
posses de 513 deputados e dos senadores eleitos
em outubro de 2006 serão realizadas nos
plenários das Casas Legislativas dia
1º de fevereiro. No mesmo dia, os parlamentares
vão escolher os novos presidentes da
Câmara e do Senado, assim como os demais
membros das Mesas Diretoras. |
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Oficialmente,
o petista Arlindo Chinaglia é o que tem
o maior número de legendas aliadas: PT,
PMDB, PP, PTB, PSC e PR (resultado da fusão
entre PL, PSC e Prona). Aldo Rebelo (PC do B),
até o momento, conta com o respaldo do
PSB, do PFL, do PCdoB, e nesta terça-feira
(30) a bancada do PDT também se manifestou
a favor de sua candidatura. Fruet tem o apoio
do PSDB e do PPS. |
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O
clima quente na Câmara refletiu no Senado,
causando dor de cabeça ao atual presidente,
Renan Calheiros (PMDB-AL). Com apoio do Planalto,
ele disputará com José Agripino
(PFL-RN), que conta com parte dos peemedebistas
descontentes com o governo. |
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"Prometo
manter, defender e cumprir a Constituição,
observar as leis, promover o bem geral do povo
brasileiro e sustentar a união, a integridade
e a independência do Brasil”. Com
este ‘juramento solene’, os deputados
federais eleitos para a 53ª legislatura
tomam posse nesta quinta-feira (1º de fevereiro),
entre eles 30 paranaenses. Embora predomine
o descrédito, ainda resta esperança
de que tal juramento seja cumprido – principalmente
em virtude da renovação de 47%,
superior aos verificados nas duas eleições
anteriores. O mesmo sentimento de expectativa
vale para a Assembléia Legislativa do
Paraná, onde 20 dos 54 parlamentares
são novos na Casa. Tanto aqui quanto
em Brasília, o que a sociedade espera
é principalmente honestidade, seriedade,
transparência, coerência e o exercício
de um poder legislativo que leve em conta a
coletividade. E que possa acompanhar e entender
o trabalho parlamentar, afinal os políticos
foram conduzidos aos cargos como representantes
dessa sociedade. Uma sociedade que se junta
cada vez mais em torno de movimentos –
como a Rede Empresarial - que buscam estimular
a participação do brasileiro na
vida política do País. A participar,
a opinar e a propor, atenta aos comportamentos
e desdobramentos. Tanto que há, desta
vez, grande interesse em saber quem será
o novo presidente da Câmara Federal: Gustavo
Fruet (PSDB-PR), Aldo Rebelo (PC do B-SP) ou
Arlindo Chinaglia (PT-SP). Motivo: a importância
do Poder Legislativo e sua grande representação
numa sociedade democrática. Por isso
há expectativas. Por isso há esperanças!
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Entre
os estados do Sul do país, os deputados
estaduais do Paraná são os únicos
que gozam de um recesso parlamentar de 90 dias
e recebem salários adicionais pela convocação
extraordinária. |
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As
Assembléias Legislativas dos estados
vizinhos de Santa Catarina e Rio Grande do Sul
também acabaram com o pagamento de dois
salários adicionais aos deputados –
um pela convocação e outro pela
desconvocação – quando participam
de votações durante o recesso.
Além disso, modificaram a lei e cortaram
os próprios privilégios, diminuindo
as férias de 90 para 55 dias. |
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No
Amazonas, o corte foi ainda mais drástico.
As férias são de apenas 45 dias
por ano. |
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No
Rio de Janeiro, o recesso passou de 90 para
60 dias, desde 2004. |
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A
Assembléia Legislativa de Pernambuco
encurtou para um mês e meio o recesso.
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Em
outros estados também existe uma mobilização
para tornar o Legislativo mais transparente.
A União Nacional dos Legislativos Estaduais
(Unale) realiza, desde o ano passado, uma Campanha
Nacional pela Redução do Recesso
em todas as assembléias, seguindo o exemplo
da Câmara Federal, que encurtou as férias
para 55 dias. |
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Na
segunda reunião do ano, os governadores
definiram uma lista de reivindicações
a ser apresentada ao presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, em encontro marcado para 6 de
março. |
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O
pacote soma R$ 15,5 bilhões anuais e
inclui maior participação nas
receitas da União, alongamento da dívida
e uma fatia da Contribuição Provisória
sobre Movimentação Financeira
(CPMF) - 20% para os Estados e 10% para os municípios
- como “moeda de troca” no apoio
ao Planalto para o Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC). |
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