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O
PAC será divido em cinco partes: medidas
de infra-estrutura (inclusive infra-estrutura
social, como habitação, saneamento
e transportes de massa), estímulo ao
crédito, desenvolvimento institucional,
desoneração e medidas fiscais
de longo prazo. |
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Para
conseguir pôr em prática as principais
medidas do PAC, o presidente Lula precisará
contar com a colaboração do Congresso
Nacional. Nesse sentido, o governo deverá
testar a funcionalidade do grupo de coalizão. |
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O
presidente da Federação das Indústrias
do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da
Rocha Loures, considera positivo o fato de o
governo federal estar dando atenção
para o crescimento do país com o lançamento
do PAC. No entanto ele avalia que o conteúdo
do programa ainda é insuficiente para
a criação de um ambiente de estímulo
à competitividade industrial. |
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Segundo
o presidente da Fiep, o desafio está
em dar um salto de qualidade na política
macroeconômica para promover o desenvolvimento
e incentivar a competitividade dos setores produtivos.
"Deveriam também ter sido contemplados
no PAC a questão cambial e como estratégia
de desenvolvimento tecnológico, o setor
de bens de capital, por exemplo", avaliou
Rocha Loures. |
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Após
quase três meses de discussão,
o governo federal anunciou segunda-feira (22)
o esperado Programa para Aceleração
do Crescimento (PAC), apresentando medidas (algumas
já conhecidas e implantadas) para impulsionar
o crescimento da economia. Abrangem temas como
investimento em infra-estrutura, desoneração
e controle fiscal e tem como objetivo turbinar
o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)
- que teve expansão média de cerca
de 2,6% ao ano no primeiro mandato do presidente
Lula. Os investimentos totais previstos no PAC
somam R$ 503,9 bilhões, sendo que R$
436,1 bilhões sairão das empresas
estatais federais e do setor privado. Os R$
67,8 bilhões restantes virão do
Orçamento federal. As medidas do pacote
foram recebidas de formas distintas por diferentes
setores da sociedade. Na avaliação
geral, porém, o programa contém
iniciativas importantes para o desenvolvimento
do país, mas não é suficiente
para estabelecer um forte crescimento econômico,
o que só seria possível com o
avanço em outros temas importantes como
as reformas estruturais e a redução
da taxa de juros. De qualquer modo, está
servido! |
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| Publicamos
nesta edição o breve currículo de
mais um grupo dos 54 deputados estaduais e 30 federais
eleitos pelos paranaenses em 2006. Durante o mês
de janeiro, a Rede está apresentando aos leitores
os representantes que ocuparão suas cadeiras no
Poder Legislativo a partir da próxima quinta-feira,
dia 1º de fevereiro. Confira! |
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DEPUTADOS
FEDERAIS |
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A
Rede Empresarial está articulando importantes
ações a serem deflagradas a partir
de fevereiro. Entre elas, o lançamento
do sistema de avaliação e monitoramento
dos eleitos em 2006 – que dará
condições à sociedade de
acompanhar o comportamento de seus representantes
no Poder Legislativo. |
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Também
estão sendo organizados encontros regionalizados,
encampando todo o Estado. A intenção
é reunir o empresariado e a sociedade
para apresentar o planejamento da Rede e, ao
mesmo tempo, tratar do desenvolvimento democrático
das respectivas regiões. O primeiro evento
será em Curitiba, dia 13 de fevereiro,
e o segundo em Ponta Grossa, dia 15. |
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Simultaneamente
à reunião aberta a toda a sociedade
nas regiões do Paraná, será
promovido o curso Política, Redes
Sociais e Democracia, com carga horária
de 16 horas (dois dias) e coordenação
do cientista político Augusto de Franco.
As vagas são limitadas e em breve será
divulgado o cronograma para a realização
dos eventos nas regiões de Londrina,
Maringá, Paranavaí, Cascavel,
Campo Mourão, Guarapuava e Pato Branco
– localidades onde existem núcleos
de articulação da Rede. |
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Nunca
na história a sociedade havia dado tanta
importância à disputa pela presidência
da Câmara Federal, como acontece neste
ano. Isto demonstra maior consciência,
já que os projetos de Lei que guiam a
Nação passam pelas mãos,
canetas e votos dos parlamentares. E presidir
a Casa é um ato que pressupõe
muita responsabilidade. E a pressão popular,
mais uma vez, consegue um feito inédito:
os três candidatos ao cargo, Arlindo Chinaglia
(PT -SP), Aldo Rebelo (PC do B-SP), que disputa
a reeleição, e Gustavo Fruet (PSDB
-PR), participarão de um debate público.
O encontro será na próxima segunda-feira
(29), às 11 horas, no auditório
da TV Câmara, com transmissão ao
vivo pela emissora. |
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O
petista Arlindo Chinaglia é o candidato
que acumula mais apoios oficiais. Já
fecharam com ele o PT (83 deputados na próxima
legislatura), PP (41 deputados), PTB (24 deputados),
PMDB (90 deputados) e o bloco PL-Prona-PSC (35
deputados). Até o momento, o atual presidente
Aldo Rebelo conta com o apoio do PSB (27 deputados),
PFL (64 deputados) e PC do B (13 deputados).
Gustavo Fruet tem o apoio de seu partido, o
PSDB (63 deputados), que confirmou por aclamação.
Mas ainda há tempo e muita coisa pode
acontecer até a eleição. |
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