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Os
últimos sete envolvidos com a máfia
dos caça-níqueis desmontada na
operação Xeque-Mate da Polícia
Federal foram liberados esta semana pela Justiça.
Entre os beneficiados, está o ex-deputado
Nilton Cezar Servo, que estava preso na Superintendência
da PF em Campo Grande, e é apontado como
chefe da quadrilha. Ele foi denunciado pelo
Ministério Público por contrabando,
formação de quadrilha e corrupção
ativa. O ex-deputado Gandhi Jamil Georges e
o vendedor de caça-níqueis Raimondo
Romano, ambos foragidos, ainda irão ter
seus nomes retirados da lista de procurados
da Interpol. |
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O
Ministério das Minas e Energia pode voltar
a ser comandado por Silas Rondeau (PMDB). Conforme
noticiado pelo O Estado de S. Paulo,
o presidente Lula cogita a possibilidade por
acreditar que o ex-ministro foi “injustiçado”
ao ser acusado pela PF de receber R$100 mil
na máfia que fraudava obras e licitações
públicas (Operação Navalha).
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A
denúncia surgiu a partir de um vídeo
gravado pelas câmeras de segurança
do ministério, onde o assessor de Rondeau,
Ivo Almeida Costa, aparece com um papel na mão
(suposto envelope com propina) encontrando a
diretora da Gautama e uma das operadoras da
quadrilha, Fátima Palmeira. O material
foi analisado por especialistas da Unicamp,
mas nada foi comprovado até o momento.
Desde quando deixou o ministério, há
dois meses, nenhum nome foi nomeado pelo presidente
para ocupar a vaga deixada por Silas Rondeau. |
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Duas
ações que tramitam na Justiça
Federal de Tocantins envolvendo o presidente
do Conselho de Ética do Senado, Leomar
Quintanilha (PMDB-TO), abrangem 12 obras, avaliadas
em R$20 milhões. Suspeita: esquema que
desvia verbas federais. |
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O
assunto ganhou relevância na mídia
depois que Quintanilha assumiu a presidência
do Conselho. Baseado em documento sigiloso de
2003, a Procuradoria afirma que o senador usava
a empresa do irmão dele, Cleomar Natal
Quintanilha, para desviar dinheiro. A acusação
também relata que o esquema de lavagem
de dinheiro, que começou a tramitar há
cinco anos, atingiu 80 obras em 33 municípios
do Tocantins. Quintanilha aparece citado entre
2000 e 2001. |
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Dando
seguimento à proposta de desenvolvimento
local, a Rede de Participação
Política do Empresariado reuniu, no último
final de semana, em Guaratuba, mais de 50 pessoas
no curso de Capacitação de Agentes
do Projeto Político de Desenvolvimento
das Cidades e de Animadores de Rede (ministrado
pelo professor e analista político Augusto
de Franco). Elas fazem parte dos comitês
de articulação da Rede em 10 regiões
do Estado: Curitiba, Londrina, Maringá,
Cascavel, Pato Branco, Paranavaí, Campo
Mourão, Guarapuava, Ponta Grossa e Jacarezinho.
A Rede Empresarial acredita que as ações
realizadas em conjunto pela sociedade são
capazes de propiciar um espaço mais democrático
em prol do progresso. Com este propósito,
o curso de capacitação buscou
preparar agentes para que se tornem articuladores
de ações e projetos entre a comunidade
de cada região. |
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Governos,
empresas e organizações da sociedade
em aproximadamente mil localidades espalhadas
pelo país, já aderiram ou estão
em processo de implantação de processos
de desenvolvimento local, baseado em redes sociais,
ou seja, o trabalho realizado em conjunto pela
sociedade. Na opinião de Maria Ângela
Moreira, integrante do núcleo de Paranavaí,
o curso serviu para mostrar uma nova referência
da importância em se trabalhar em rede.
"Foi excelente o curso, o professor mostrou
uma nova abertura de maneira que a população
possa ter mais autonomia e liberdade no processo
de desenvolvimento". |
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A partir
de iniciativas voluntárias e cooperativas,
pactos pela democracia de cada localidade
serão firmados, seja través
de redes comunitárias ou setoriais
de desenvolvimento. Durante o curso, foram
desenvolvidos vários projetos pilotos
por cada grupo, afim de que sirvam de base
para futuros trabalhos. Para Marisa Otto,
núcleo de Ponta Grossa, é preciso
diagnosticar e avaliar as necessidades da
região, realizado a partir do trabalho
em conjunto, é que o objetivo dessa
nova metodologia a ser implantada será
alcançado.
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Políticos
citados em escândalos do Mensalão,
por exemplo, retornaram ao Congresso com o
voto popular. Suspeitas de corrupção
e de tantas práticas ilícitas,
como a que envolve o presidente do Senado,
Renan Calheiros, transformaram-se em episódios
corriqueiros. Você acredita numa efetiva
reação popular? Clique
aqui e deixe a sua opinião.
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No
esquema que superfaturava compra de ambulâncias,
conhecida como a máfia das sanguessugas,
o Ministério Público Federal no
Mato Grosso entrou com duas ações
contra a ex-deputada federal, Celcita Pinheiro,
acusada de participação no desvio
de recursos públicos e fraudes em licitações. |
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A
ex-deputada pode ter os direitos políticos
suspensos por prática de improbabilidade
administrativa e ainda responderá na
Justiça Federal por recebimento de vantagem
indevida e lavagem de dinheiro. |
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Não
deu certo a manobra da turma do presidente
do Congresso, senador Renan Calheiros
(PMDB-AL), de arrastar ainda mais o processo
de falta de decoro do parlamentar no Conselho
de Ética do Senado. Tudo estava
armado para voltar à estaca zero
na segunda-feira (2), desde que o presidente
do Conselho, senador Leomar Quintanilha
(PMDB-TO), o devolveu para a Mesa Diretora
da Casa. A esperança era de que
a Mesa ou arquivasse de vez o processo
ou o devolvesse ao Conselho de Ética,
para que este recomeçasse tudo
de novo – abandonando todo o trabalho
feito até agora. |
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Diferentemente
de tentativas anteriores, desta vez o
processo terá três relatores
na Comissão de Ética. Os
nomes ainda estão indefinidos. |
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A
1ª Vara Criminal de Brasília
autorizou o envio ao Senado de documentos
e um CD contendo grampos telefônicos
da Operação Aquarela que
comprometem o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF).
A operação apontou uma quadrilha
acusada de lavagem de dinheiro com a ajuda
de dirigentes do Banco de Brasília
(BRB).
O presidente do Senado, Renan Calheiros
(PMDB-AL), anunciou que convocou para
a manhã desta quarta-feira (4)
uma reunião da Mesa Diretora para
avaliar o pedido de processo contra o
senador Joaquim Roriz (PMDB-DF), flagrado
em conversa telefônica tratando
da divisão de um saque de R$ 2,2
milhões no BRB (Banco de Brasília).
O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP),
também deve receber nos próximos
dias um dossiê com acusações
contra Roriz, enquanto o senador era governador
do Distrito Federal. A representação
pede uma força-tarefa para apurar
se ouve sonegação fiscal
desvios e lavagem de dinheiro, entre outras
ilegalidades.
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