Congresso Nós Podemos Paraná
SISTEMA FIEP E PARCEIROS LANÇAM
BOLSA SOCIAL DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
Empresas e construtoras poderão doar sobras de construção para entidades sociais
Foi lançada nesta sexta-feira (08), durante o 1º Congresso Nós Podemos Paraná e 7ª Mostra de
Ação Social, que acontecem em Curitiba, a Bolsa Social de Materiais de Construção. As construtoras
e empresas interessadas em doar o material devem se cadastrar no site www.bolsasocial.org.br e informar quais são os materiais e a quantidade disponível.
A Bolsa destinará materiais como madeiras, ferragens, tijolos, areia, brita, esquadrias e cerâmicas. As entidades
que queiram receber o material devem ser cadastradas no Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC).
O projeto é uma iniciativa do Núcleo Indústrias do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE),
órgão consultivo do Sistema Fiep, e do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), com o apoio do Senai
e em parceria com o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba, Sindicato da Construção Civil do Paraná
(Sinduscon), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e Pontifícia Universidade Católica
do Paraná (PUC-PR).
"A Bolsa Social é um exercício de responsabilidade social. Será um instrumento para amenizar a situação
de moradia e bem-estar das pessoas das classes menos favorecidas", disse o presidente de honra do CPCE, Mário
De Mari, durante o lançamento.
Segundo Jaime Sunyé, do Instituto de Engenharia
do Paraná (IEP), já existem iniciativas semelhantes em outros estados, mas não com uma plataforma organizada
como a do Paraná. "Além da diferenciação na maneira de doar e receber os materiais, através
do site, nosso diferencial está na inspeção das entidades que receberão o material", afirmou.
O IPCC verificará as oportunidades junto ao seu banco e entrará em contato com as empresas cadastradas no site
da Bolsa. As entidades carentes receberão do IPCC os materiais para a construção. "Esse projeto
vem de encontro à nossa necessidade de melhorar a qualidade de vida da população", afirmou Rômulo
Meyer, do Instituto Pró-Cidadania.
"O projeto é de responsabilidade socioambiental, uma vez que contribui para o meio ambiente, com a correta destinação
das sobras, e com a sociedade, que receberá, sem custo, materiais de construção", afirmou a coordenadora
do Núcleo Executivo do CPCE, Carla Mocellin. Ela ressaltou que o projeto também é benéfico para
as empresas e construtoras, que são obrigadas a dar um destino adequado às sobras de material de construção.