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28/08/2017

O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial participa do Fórum de Sustentabilidade e Governança.

Educando

 

Com o sucesso, foi realizada a 6ª Edição do Fórum Sustentabilidade e Governança organizado pela STCP e MILANO. O Fórum foi dividido em quatro painéis que contavam com palestras e debates importantes, a palestra de abertura do primeiro tratou do tema: “A economia da Sustentabilidade: Custos e Benefícios de Boas Práticas”.

 

Nesta edição foram apresentados os cases do Grupo Boticário, Westrock, Cargil, JIT, MRV Engenharia e Participações S.A. Itaipu, Votorantim, SPVS, entres outras organizações.  O evento ainda contou com a presença de palestrantes de Portugal, Estados Unidos e Austrália, que trataram de Economia Circular (um conceito econômico que faz parte do desenvolvimento sustentável), Logística Reversa (instrumento de desenvolvimento econômico e social, que viabiliza a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial), Capital Natural (estoque de recursos naturais produz um fluxo de bens e serviços para as pessoas por meio dos serviços ecossistêmicos) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (São objetivos e metas que devem ser assumidas por todos os países membros da ONU após 2015).

 

O CPCE moderou o primeiro painel que trouxe a pauta de como as empresas estão trabalhando a Sustentabilidade dentro de suas corporações. Os painelistas Ricardo M. Paim (Westrock) Jackson , Rudolfo Friedrich von Borstel (Gargil), Flávio Goulart (JTI) apresentaram como a inovação de produtos e processos estão presentes quando se fala em sustentabilidade; e como a sustentabilidade é importante para a Governança Corporativa .

 

A moderação foi realizada pela coordenadora executiva que levou o debate, no sentido de, verificar se nas tomadas de decisões das empresas do painel se baseiam em cenários que além de atender as necessidades das gerações presentes, não comprometem as gerações futuras. Considerando que nestas gerações presentes, contamos com consumidores vorazes, governo com centenas de regulações e acionistas ávidos por lucros. Entendendo que os interesses, de diversos tipos, dos stakeholders (acionistas, colaboradores, comunidade, meio ambiente, fornecedores, governo) devam contemplar além dos resultados econômicos, os impactos sociais e ambientais para as gerações presentes e futuras, pois, só assim poderíamos alcançar o desenvolvimento sustentável. 

 

As instigações levaram também a reflexão dos painelistas, que além de pensar de forma global, as empresas também apresentassem exemplos locais de impactos positivos nas comunidades que atuam, mais precisamente na região sul. Isto mostrou que as empresas que estavam presentes, têm compreensão da importância do seu entorno e das comunidades de baixo Índice de Desenvolvimento Humano nas proximidades. Para melhor equacionar a disparidade entre o capital natural (Brasil 1° do mundo), Capital Econômico (Brasil ocupa a nona posição do ranking mundial) e Capital Social (79° lugar no ranking do IDH) do nosso país.     

 

Segundo Rui Brandt, diretor geral do CPCE, o Fórum Sustentabilidade e Governança na sua sexta edição, já é um evento de grande importância na agenda sobre o tema em nosso Estado, pois, traz o debate necessário com gestores das mais diversas áreas, colocando a Sustentabilidade como um ponto comum para a preservação do planeta, das pessoas e dos negócios.

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