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20/10/2017

Motivos para realizar negócios na Suíça são tema de seminário

Realizado na Fiep, além de representantes da Swiss Business Hub Brazil, o evento trouxe o case da Landis +Gryr, indústria suíça com sede em Curitiba

Um país pequeno, com uma extensão equivalente ao estado do Rio de Janeiro, mas que impressiona pelos indicadores: por 9 anos seguidos a Suíça ocupa o primeiro lugar no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial (FEM). Durante esta terça-feira (17), a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) em parceria com a Swiss Business Hub Brazil realizaram o Seminário de Investimentos na Suíça, no Campus da Indústria, para falar de oportunidades de negócios entre indústrias do Paraná e do país europeu.

Infraestrutura de qualidade e educação diferenciadas foram  pontos de destaque na fala do superintendente da Fiep, Reinaldo Tockus, que deu as boas-vindas no evento e ressaltou que “alianças entre as indústrias dos países podem trazer competitividade e bons negócios para ambas as partes”, disse.

Pequena em extensão e com uma população de 8 milhões de habitantes, a Suíça tem um Produto Interno Bruto (PIB) equivalente ao estado de­­­­ São Paulo e ocupa uma localização privilegiada. “Estamos no coração da Europa e com acesso a vários mercados”, destacou o diretor da Swiss Business Hub Brazil, Phillippe Praz.

Os estados têm autonomia em relação à política econômica e a indústria mistura tradição, modernidade e inovação. “Quando se fala de indústria suíça, queremos comunicar a ideia de que os setores industriais suíços são inovadores, líderes em produtividade e que temos um sistema de educacional muito bom”, lembrou Praz.


Cenário para negócios

Em 2016, a Suíça teve um crescimento de 1,3%, a renda per capita no país é de 75 mil dólares, e a taxa de desemprego é de 3,3%. Por ser uma nação com poucos recursos naturais, não possui gás ou petróleo, e busca gerar valor agregado nas importações. Grande parte da produção vai para mercados externos, 60% dela tem como destino  a União Europeia. “Um exemplo disso é que a Suíça não planta café, mas exporta. Desenvolvemos tecnologias para transformar o café em outros produtos, como por exemplo, o Nescafé. Utilizamos matéria-prima e conseguimos fazer produtos de alto valor agregado”, explica o diretor da Swiss Business Hub Brazil.

A América Latina é responsável por 3,3% das exportações suíças e o Brasil por 1,2 bilhões de dólares em produtos exportados para o país europeu, principalmente itens do agronegócio.

Presença nos trópicos

Mais de trezentas empresas suíças estão no Brasil e empregam mais de 90 mil pessoas. A Nestlé, com mais de 25 fábricas, está no país há mais de 100 anos. No Paraná, a Schindler com planta em Londrina, e a Landis+Gyr, com fábrica em Curitiba, são exemplos de indústrias suíças.

O diretor de Supply Chain da Landis + Gyr, Nelson Fonseca, apresentou durante o Seminário, as operações da indústria que é um dos grandes players no mercado de medidor de energia. A Landis+Gyr tem mais de 3 mil clientes no mundo, basicamente as concessionárias de energia. Com isso, movimenta uma rede de fornecedores no Brasil e no Paraná. Com um core business muito forte em inovação, 9,3% do que é faturado é investido em P&D.

Fonte: Agencia FIEP

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