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Indicadores25/07/2016

Confiança da indústria de Transformação permanece pessimista há quase três anos, aponta Fiep

Nível registrado, porém, é o segundo mais próximo da área de otimismo desde maio de 2014; expectativa da indústria está acima da registrada em julho do ano passado

A indústria de transformação paranaense continua pessimista. O Índice de Confiança da Indústria de Transformação do Paraná (ICT-PR), levantamento mensal feito pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) recuou 0,7 ponto neste mês de julho, na comparação com o mês anterior. No patamar dos 45,8 pontos, se mantém na área do pessimismo. Com isso, já são 31 meses estagnados na região pessimista da avaliação. Na comparação com julho de 2015, porém, o indicador apresentou elevação de 14,9 pontos.

O alento para o setor é que o índice que mede a confiança do empresariado só perde, em proximidade à área de otimismo nos últimos 27 meses, para a pontuação registrada em junho deste ano, quando o indicador chegou a 46,5.

“O maior impacto negativo vem das expectativas das condições da economia, que apontou queda de quatro pontos”, avalia Roberto Zurcher, economista da Fiep.

Houve queda também no Índice de Condições, que recuou 2,7 pontos em julho, chegando a 33,7 pontos. Ainda que também tenha apresentado elevação de 10,6 sobre julho do ano passado, o índice segue na zona de pessimismo, este pela 43ª vez seguida.

Ainda que o cenário pareça desanimador, a expectativa do setor segue otimista. O Índice de Expectativas da indústria de transformação do Estado caiu 0,2 pontos no mês, ficando em 51,9 pontos. Esta é a segunda vez seguida que o indicador se mantém na área de otimismo desde abri de 2014. Se confrontado com o mesmo mês do ano passado, a elevação foi de 16,9.

“O índice de Expectativas é composto pelo índice de Expectativas da Economia (49,9 – ainda na área de pessimismo), e pelo índice de Expectativas da Empresa (53). O primeiro apresentou aumento de 6,4 pontos e o segundo, queda de -3,3 pontos em relação a junho”, explica Zurcher. Quando comparados com julho de 2015, há aumento de 26 e de 12 pontos, respectivamente, “o que evidencia melhoria nas expectativas da economia e nas da empresa em relação ao ano de 2015”, avalia.

Indústria da Construção

O humor da indústria da construção civil no Estado, medido pelo Índice de Confiança do Empresário da Construção (ICEC-PR), também recuou em julho. A queda foi de 2,7 pontos, ficando em 45,8 pontos. Com este resultado, já são 28 meses consecutivos na área de pessimismo.

O Indicador de Expectativas reagiu negativamente em julho, caindo 4,1 pontos na comparação com junho. Ainda assim, registra o segundo mês seguido no patamar de otimismo, com 51,9 pontos. Confrontado com o mesmo período do ano passado, o aumento é de 8,3 pontos.

Com um leve aceno para cima, o Índice de Condições subiu 0,4 pontos, não sendo suficiente para tirar o indicador da área de pessimismo; se comparado a julho de 2015, o indicador está 4,2 pontos acima.

Os indicadores de confiança da indústria de transformação e da indústria da construção variam no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 pontos indicam empresários confiantes, melhores condições ou expectativas positivas para o setor.

Para os levantamentos na íntegra, acesse http://www.fiepr.org.br/

 

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